A imagem de Nossa Senhora das Dores, que fica na igreja Nossa Senhora do Rosário em Pirenópolis, passou por uma restauração que não foi aprovada pelo Iphan, o órgão que cuida do patrimônio histórico. Essa mudança deixou muitos fiéis insatisfeitos, pois a nova pintura não tem lágrimas e adicionou detalhes como cílios e blush. O Iphan pediu explicações à Diocese de Anápolis, que é responsável pela paróquia.
A imagem, que é do século XVIII, é famosa por sua expressão triste. Os devotos notaram que a nova pintura não representa bem a santa. Uma devota comentou que a imagem parece “maquiada”. Comparações entre fotos antigas e novas mostram que a cor e a aparência mudaram bastante.
Além disso, as mãos da santa também foram alteradas, agora com tons mais claros. Um devoto explicou que a técnica original usava várias cores, enquanto a nova pintura é mais simples. O Iphan disse que não foi avisado sobre a reforma e que a restauração foi feita sem um especialista.
A Diocese de Anápolis ainda não se pronunciou sobre o caso, e o Iphan deu um prazo de quinze dias para receber respostas. A imagem de Nossa Senhora das Dores será levada para uma procissão no dia 18, durante a Sexta-feira Santa, o que pode aumentar a discussão entre os fiéis sobre as mudanças.
A imagem de Nossa Senhora das Dores, localizada na igreja Nossa Senhora do Rosário em Pirenópolis, passou por uma restauração não autorizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A intervenção gerou descontentamento entre os fiéis, que notaram mudanças significativas, como a ausência de lágrimas e a adição de características como cílios e blush. O Iphan enviou um ofício à Diocese de Anápolis, responsável pela paróquia, solicitando explicações sobre a restauração.
A imagem, datada do século XVIII, é conhecida por sua expressão de tristeza e detalhes marcantes, que foram alterados na recente restauração. Os devotos expressaram sua insatisfação, afirmando que a nova pintura não reflete a essência da santa. “Ela está sem a lágrima, sem a feição, está com cílios. Praticamente maquiada com blush”, comentou uma devota. Comparações entre fotos do antes e depois revelam mudanças na tonalidade da pintura e na aparência da imagem.
Além das alterações na pintura, as mãos da santa também foram modificadas, apresentando tons mais claros e sem sombreado. O devoto e jornalista Ronaldo Félix destacou que a técnica de pintura original, que utilizava policromia (uso de várias cores), foi substituída por uma abordagem mais simples. O Iphan informou que não foi notificado sobre a necessidade de reforma e que a restauração foi realizada sem a supervisão de um técnico habilitado.
A Diocese de Anápolis ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto, e o Iphan estabeleceu um prazo de quinze dias para receber esclarecimentos. A imagem de Nossa Senhora das Dores será levada para uma procissão no dia 18, durante a celebração da Sexta-feira Santa, o que pode intensificar a discussão entre os fiéis sobre as mudanças realizadas.
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