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Cristão sobrevive a ataque brutal do Al-Shabaab e perdoa seus agressores em Moçambique

Cristãos em Moçambique enfrentam crescente violência de extremistas islâmicos. A história de Ernesto, um sobrevivente de tortura, destaca a brutalidade e a resiliência da fé.

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A violência contra cristãos em Moçambique está aumentando, especialmente no norte do país, onde grupos extremistas islâmicos, como o Al-Shabaab, atacam frequentemente. Em 2019, um cristão chamado Ernesto foi sequestrado durante um desses ataques, que resultou na morte de várias pessoas e na destruição de igrejas. Ele contou que os extremistas queimaram as igrejas da vila, mas deixaram a mesquita intacta.

Ernesto e outros reféns foram forçados a carregar objetos roubados. Quando ele revelou sua fé cristã, os extremistas o torturaram, cortando sua orelha e crucificando-o. Depois de ser queimado, ele foi salvo por um casal que conseguiu apagá-lo e levá-lo ao hospital. Após 45 dias internado e várias cirurgias, Ernesto recebeu alta, mas ainda lida com dores e traumas.

Durante sua recuperação, ele recebeu apoio da organização Portas Abertas, que o ajudou a enfrentar as consequências do ataque. Ernesto expressou gratidão pelo suporte e, com sua fé, conseguiu perdoar seus agressores. A situação dos cristãos em Moçambique continua preocupante, com muitos enfrentando perseguições e ataques, resultando em mortes e deslocamentos. O país ocupa a 39ª posição na Lista da Perseguição 2024, refletindo a gravidade da situação.

A situação de violência contra cristãos em Moçambique tem se agravado, especialmente no norte do país, onde grupos extremistas islâmicos, como o Al-Shabaab, realizam ataques frequentes. Em um desses incidentes, um cristão, identificado como Ernesto, foi sequestrado em 2019 durante um ataque que resultou em mortes e destruição de igrejas. Ele relatou que os extremistas queimaram as igrejas da vila, mas não tocaram a mesquita local.

Ernesto e outros reféns foram forçados a carregar objetos roubados pelos terroristas. Durante a captura, ele revelou sua fé cristã e, em retaliação, foi submetido a torturas brutais, incluindo a mutilação de sua orelha. Os extremistas crucificaram Ernesto, utilizando pregos e arames, e, em seguida, atearam fogo nele. Um casal que sobreviveu ao ataque conseguiu apagá-lo e salvá-lo, levando-o a um hospital.

Após 45 dias de internação e várias cirurgias, Ernesto recebeu alta, mas ainda enfrenta dores e traumas psicológicos. Durante sua recuperação, ele recebeu apoio da organização Portas Abertas, que o ajudou a lidar com as consequências físicas e emocionais do ataque. Ele expressou gratidão pelo suporte recebido e, com a ajuda de sua fé, conseguiu perdoar seus agressores, pedindo a Deus que os ajude a mudar.

A violência contra cristãos em Moçambique continua a ser uma preocupação crescente. Segundo a Portas Abertas, o país ocupa a 39ª posição na Lista da Perseguição 2024, refletindo a gravidade da situação. O pastor local Mario Artur destacou que muitos cristãos são alvo de perseguições, com várias igrejas e comunidades sendo atacadas, resultando em mortes e deslocamentos.

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