Hoje, 19, os católicos celebram o Sábado Santo, também chamado de Sábado de Aleluia, um dia de reflexão e espera pela ressurreição de Jesus, que acontece no domingo de Páscoa. O Cardeal Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, destacou que este dia é importante para preparar a celebração da ressurreição, com as paróquias decorando as igrejas e iniciando a Vigília Pascal às 18h. Essa vigília é a liturgia mais significativa do ano, simbolizando a vitória de Cristo sobre a morte e encerrando o Tríduo Pascal. Durante o Sábado Santo, as práticas de jejum e oração podem ser intensificadas. Além disso, é o momento em que se retoma o canto do “aleluia”, que foi suspenso na Quaresma, e ocorre a tradição da malhação de Judas, onde bonecos que representam Judas Iscariotes são malhados, muitas vezes retratando figuras públicas impopulares.
Católicos celebram Sábado Santo com reflexão e preparação para a Páscoa
Os católicos celebram hoje, 19, o Sábado Santo, também conhecido como Sábado de Aleluia. A data é dedicada à reflexão e à vigília em espera da ressurreição de Jesus Cristo, prevista para o domingo de Páscoa. A celebração não é de luto, mas de esperança na vitória sobre a morte.
Cardeal destaca importância da Vigília Pascal
O Cardeal Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, explicou que o Sábado Santo é um momento de preparação para a celebração da ressurreição. Segundo ele, as paróquias se dedicam à ornamentação das igrejas e, a partir das 18h, iniciam a Vigília Pascal.
Vigília Pascal marca a vitória de Cristo
A Vigília Pascal é considerada a liturgia mais importante do ano, representando a vitória de Cristo sobre a morte. Ela encerra o Tríduo Pascal, que se completa na manhã de domingo de Páscoa. Dom Orani ressaltou que as penitências quaresmais, como o jejum e a oração, podem ser intensificadas durante o Sábado Santo.
Retorno do “Aleluia” e tradição da malhação de Judas
O Sábado de Aleluia também marca o retorno do canto do “aleluia”, suspenso durante a Quaresma. Além disso, é tradição a malhação de Judas, ato que simboliza a traição de Judas Iscariotes. No Brasil, bonecos representando Judas são frequentemente caracterizados como figuras públicas impopulares.
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