O Papa Francisco, que faleceu aos 88 anos, sempre incentivou a leitura, especialmente entre jovens padres. Em uma carta divulgada após sua morte, ele destacou que a literatura é fundamental para o crescimento pessoal e espiritual. O texto menciona autores como C.S. Lewis e Jorge Luis Borges, e compara a leitura a um “oásis” que ajuda a evitar distrações negativas. Ele acreditava que um bom livro pode ajudar as pessoas a enfrentar desafios e lamentava que a literatura não fosse valorizada na formação de sacerdotes. Francisco também recordou sua experiência como professor de literatura e encorajou uma leitura aberta e curiosa, sugerindo que histórias de personagens diversos podem oferecer lições valiosas para a vida.
Papa Francisco defendia a leitura como ferramenta de amadurecimento pessoal e espiritual
O Papa Francisco, falecido aos 88 anos, incentivava a leitura entre os jovens padres e expressava sua paixão por grandes obras literárias. Uma carta do Vaticano, divulgada após sua morte, revela o quanto ele acreditava que a literatura é essencial para o desenvolvimento humano e espiritual.
A missiva, datada de julho de 2024, demonstra o desejo do Pontífice em inspirar futuros sacerdotes. O texto cita autores como C.S. Lewis, Marcel Proust, T. S. Eliot e Jorge Luis Borges, ressaltando a importância da leitura de romances e poemas no processo de amadurecimento.
Francisco comparou a experiência de encontrar um bom livro a um “oásis”, capaz de afastar atividades prejudiciais. Segundo ele, a leitura abre “novos espaços de internalização” e impede que as pessoas se fechem em ideias obsessivas. “Um bom livro, pelo menos, nos ajuda a enfrentar a tempestade”, escreveu o Papa.
O líder católico lamentava que a literatura não fosse vista como fundamental na formação de sacerdotes. Ele relembrou sua experiência como professor de literatura no ensino médio, aos 28 anos, e a resistência de alguns alunos em relação a determinadas obras.
Papa Francisco defendia que mesmo textos desafiadores ou monótonos possuem valor. Ele incentivava uma abordagem da leitura com “mente aberta e disposta a ser surpreendida”. A imersão na vida dos personagens, segundo ele, amplia a perspectiva e a humanidade.
Na carta, o Papa citou exemplos como “o verdureiro, a prostituta, a criança que cresce sem os pais, a mulher do pedreiro ou a idosa que ainda acredita que encontrará o seu príncipe encantado”. Ele sugeriu que, durante a leitura, podemos encontrar conselhos úteis para a própria vida.
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