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Geneviève Jeanningros homenageia papa Francisco com gesto de amor e compaixão no velório

Geneviève Jeanningros, freira que dedicou a vida a marginalizados, emocionou-se no velório do papa Francisco, revelando sua amizade e momentos marcantes.

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Geneviève Jeanningros, uma freira da fraternidade Irmãzinhas de Jesus, se destacou no velório do papa Francisco, onde demonstrou sua dor e conexão pessoal com ele. Aos 81 anos, Geneviève sempre se dedicou a ajudar pessoas marginalizadas, como trans e prostitutas. Durante a cerimônia, ela quebrou o protocolo ao se aproximar do caixão do papa, chorando e rezando, o que simbolizou a essência de Francisco: humanidade e compaixão. A amizade deles começou há décadas, quando ela escreveu a Jorge Bergoglio sobre sua tia sequestrada na Argentina. Quando Francisco se tornou papa em 2013, Geneviève estava na Praça São Pedro, sentindo medo e esperança. Ao longo dos anos, ela levou grupos marginalizados para se encontrar com o papa e um momento marcante foi quando ele a visitou em sua casa, abençoando o espaço que acolhia pessoas rejeitadas. Em julho de 2024, Geneviève organizou a última visita do papa a um parque de diversões, onde ele abençoou uma estátua. Ela lembrou do velório dizendo que Francisco era mais que um papa, era como um irmão para ela, destacando que a amizade e o amor são mais importantes que qualquer protocolo.

Geneviève Jeanningros, freira da fraternidade Irmãzinhas de Jesus, destacou-se no velório do papa Francisco, onde expressou sua dor e conexão pessoal com ele. Aos 81 anos, ela sempre se dedicou a ajudar grupos marginalizados, como pessoas trans e prostitutas.

Durante a cerimônia, Geneviève quebrou o protocolo ao se aproximar do caixão do papa, chorando e rezando. Para muitos, esse momento simbolizou a essência de Francisco: humanidade e compaixão. A freira, que morou em um trailer em um acampamento cigano próximo a Roma, sempre foi amiga dos últimos, os preferidos de Cristo.

A relação de Geneviève com Francisco começou há décadas, quando ela escreveu ao então cardeal Jorge Bergoglio sobre a situação de sua tia, sequestrada durante a ditadura militar na Argentina. Em resposta, Bergoglio a agradeceu e reconheceu a gravidade da situação. Quando Francisco foi eleito papa em 2013, Geneviève estava na Praça São Pedro e sentiu um misto de medo e esperança.

Ao longo dos anos, Geneviève levou grupos marginalizados para audiências com o papa. Um dos momentos mais marcantes foi quando Francisco a visitou em sua casa, sem aviso prévio, abençoando o espaço que acolhia pessoas rejeitadas pela sociedade. Em 31 de julho de 2024, ela organizou a última visita do papa ao parque de diversões de Ostia, onde ele abençoou uma estátua da “Virgem protetora do espetáculo viandante e do circo”.

Geneviève relembrou o velório, afirmando: “Não era o papa para mim. Era Francisco, meu irmão.” Para ela, a amizade e o amor superam qualquer protocolo.

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