Quando um papa é eleito, ele escolhe um novo nome e não usa mais o nome de batismo. Alguns nomes, como João, Gregório e Bento, foram usados por muitos papas, enquanto outros, como Clemente e Inocêncio, não são escolhidos há séculos. João é o nome mais comum, usado por 21 papas, sendo o último João 23, que deixou o cargo em 1963. Gregório foi adotado por 16 papas, com o último sendo Gregório 16, que saiu em 1846. Bento foi escolhido por 15 papas, o último sendo Bento 16, que renunciou em 2013. Clemente foi usado por 14 papas, mas não é escolhido desde 1774. Inocêncio e Leão foram adotados por 13 papas cada, com os últimos sendo Inocêncio 13, em 1724, e Leão 13, em 1903. Outros nomes, como Estevão e Bonifácio, foram usados por menos papas e também não são escolhidos há muito tempo. O novo papa pode optar por um nome já usado ou escolher um nome inédito, e isso pode refletir o tipo de liderança que ele deseja ter.
Os papas da Igreja Católica, ao serem eleitos, abandonam seus nomes de batismo e adotam novos nomes. Essa escolha é uma tradição que remonta a séculos, refletindo a identidade que o pontífice deseja imprimir em seu mandato. João é o nome mais popular, utilizado por 21 papas, sendo o último João 23, que deixou o cargo em 1963.
Em segundo lugar, Gregório foi adotado por 16 papas, com o último sendo Gregório 16, que governou até 1846. Bento segue na lista, escolhido por 15 papas, sendo Bento 16 o último, que renunciou em 2013 e faleceu em 2022. Outros nomes, como Clemente e Inocêncio, não são mais utilizados há séculos, com o último Clemente, o 14, deixando o cargo em 1774.
Nomes Menos Comuns
Além dos nomes mais frequentes, ao menos 40 papas optaram por nomes únicos, que não foram repetidos por sucessores. Leão e Pio foram escolhidos por 13 e 12 papas, respectivamente. O último Leão, Leão 13, governou até 1903, enquanto Pio 12 ficou no cargo até 1958.
Nomes como Estevão e Bonifácio foram adotados por nove e oito papas, com Estevão 9 deixando o cargo em 1058 e Bonifácio 9 em 1404. Outros nomes, como Urbano e Alexandre, também não são mais utilizados, com os últimos representantes governando até os séculos 17 e 18.
A Escolha do Nome
A escolha do nome é uma decisão pessoal do papa eleito, que pode optar por um nome já utilizado ou criar um novo. Se escolher um nome repetido, deve adicionar um número para diferenciá-lo. O nome escolhido pode indicar o perfil que o papa deseja dar ao seu pontificado, refletindo suas aspirações e valores.
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