Pablo Marçal, coach e empresário, está liderando uma mentoria espiritual com 220 brasileiros no Egito, Jordânia e Israel, em meio a um conflito no Oriente Médio. A viagem começou em 18 de junho de 2025, após um ataque de Tel Aviv ao Irã. O grupo foi o primeiro a entrar em Israel após um cessar-fogo, com permissão do governo local. Marçal descreveu a jornada como uma missão espiritual, comparando-a a um “Êxodo”. Ele afirmou que a caravana não é uma viagem turística e que os participantes estão protegidos. No entanto, houve relatos de intolerância religiosa, como dificuldades no Egito, onde não podiam mencionar Israel, e um incidente em Petra, na Jordânia, onde a esposa de Marçal foi agredida. A caravana, que começou com mais pessoas, foi reduzida ao longo da viagem, e os participantes têm orado e jejuado desde o início de junho.
Pablo Marçal, coach e empresário, lidera uma mentoria espiritual com 220 brasileiros no Egito, Jordânia e Israel, em meio ao conflito no Oriente Médio. A viagem, que começou em 18 de junho de 2025, ocorre após um ataque de Tel Aviv ao Irã, que deu início a uma escalada de tensões na região.
O grupo foi o primeiro a entrar em Israel após um cessar-fogo, com autorização do governo local. Marçal afirmou que a caravana não é uma simples viagem turística, mas uma missão espiritual. “Fizemos o nosso próprio ‘Êxodo’, saímos do Egito, atravessamos o mar Vermelho, passamos pela Jordânia e agora estamos em Israel”, declarou.
A mentoria foi anunciada há dois meses e, segundo Marçal, o grupo está protegido de forma a não temer a guerra. Ele enfatizou que a viagem não é motivada pelo turismo, mas por um propósito espiritual. O Itamaraty, por sua vez, desaconselha viagens não essenciais à região desde o início do conflito.
Intolerância Religiosa
Durante a viagem, relatos indicam episódios de intolerância religiosa. Uma participante mencionou que o grupo enfrentou dificuldades no Egito, onde não podiam mencionar Israel. Em um ato de oração na praia, foram abordados por um segurança local que pediu que parassem. Em Petra, na Jordânia, a esposa de Marçal foi agredida por uma turista estrangeira após o grupo mencionar Israel em voz alta.
Marçal, que já enfrentou acusações de colocar vidas em risco em uma expedição anterior, se identifica como cristão, mas não segue uma denominação específica. Em suas redes sociais, ele afirmou que a viagem é uma oportunidade de cura espiritual para os participantes.
A caravana, que começou com um número maior de integrantes, foi reduzida ao longo da jornada. Uma das participantes relatou que o grupo tem orado e jejuado desde o início de junho, enfrentando o clima tenso da região.
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