- Marcelo Gleiser participa de um episódio de The Business of Life, gravado numa igreja medieval na Toscana, com Nilton Bonder.
- A igreja faz parte da Island of Knowledge, iniciativa que reúne pensadores, cientistas, artistas e líderes para debater ciência, cultura e o futuro humano.
- O matemático e cosmólogo brasileiro nasceu em Copacabana e enfrentou a perda da mãe aos seis anos, o que o levou a buscar sentido na dor; ele descreve que “a solidão sempre foi uma coisa próxima”.
- Sua trajetória inclui ser campeão brasileiro júnior de vôlei, estudar violão clássico, trabalhar como pescador aos 11 anos, mudar de engenharia para física na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, doutor pelo King’s College (Londres) em mil novecentos e oitenta e seis e pós-doutorado nos Estados Unidos, além de ser professor em Dartmouth desde mil novecentos e noventa.
- Gleiser já venceu dois prêmios Jabuti e, em mil novecentos e dezenove, tornou-se o primeiro latino-americano a receber o Prêmio Templeton.
Marcelo Gleiser, físico e cosmólogo brasileiro, participa de um episódio de The Business of Life apresentado por Nilton Bonder. A gravação ocorre em uma igreja medieval na Toscana, que integra a iniciativa Island of Knowledge.
A Island of Knowledge reúne pensadores, cientistas, artistas e líderes para debater ciência, cultura e o futuro humano. Gleiser dialoga sobre temas que unem ciência e espiritualidade, em tom reflexivo e objetivo.
Criado em Copacabana, Gleiser viveu uma infância marcada pela ausência e pela busca de sentido. O episódio aborda como a solidão moldou sua trajetória, desde a adolescência até tornar-se referência na ciência contemporânea.
A trajetória acadêmica de Gleiser inclui doutorado no King’s College de Londres (1986) e pós-doutorado nos EUA, com atuação inaugural como professor em Dartmouth, em 1991. Em pesquisa, ele é reconhecido por aproximar ciência e espiritualidade.
Ao longo da carreira, Gleiser conquistou dois prêmios Jabuti, pelos títulos A Dança do Universo (1998) e O fim da Terra e do Céu (2001). Em 2019, tornou-se o primeiro latino-americano a receber o Prêmio Templeton.
O relato destaca ainda a participação dele em uma coluna de 20 anos na Folha de S. Paulo. A entrevista e o formato da conversa situam Gleiser entre a ciência e as perguntas sobre significado humano.
A produção sugere que Gleiser caminha para uma nova etapa, com foco em ampliar o alcance público de suas reflexões. O episódio está disponível na plataforma Spotify, ampliando o acesso ao conteúdo.
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