- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos em São Paulo, após mal-estar; estava internado no hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba.
- O ex-jogador é uma das maiores figuras do basquete brasileiro, foi o maior pontuador da seleção brasileira com 7.693 pontos e disputou cinco Olimpíadas.
- Lutou contra câncer no cérebro por quinze anos, com duas cirurgias e tratamentos; interrompeu o tratamento em dois mil e vinte e dois após afirmar estar curado.
- Recusou jogar na NBA para defender a seleção brasileira e foi introduzido no Hall da Fama do basquete em 2013, em Springfield, sem ter atuado na NBA.
- Deixa mulher, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie; velório será restrito aos familiares, em respeito ao desejo da família.
O ex-jogador Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, 17, em São Paulo. Ele estava internado no hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, após sofrer mal-estar. A família confirmou a morte em comunicado divulgado horas depois da internação.
A carreira de Oscar ficou marcada pela longevidade e pelos números históricos. Foi atleta de destaque do basquete brasileiro, líder de pontos pela seleção e presença constante em Olimpíadas, sem atuar na NBA. Entre os títulos, conquistou medalhas e triunfos importantes pela seleção.
O histórico de saúde de Oscar inclui uma luta de 15 anos contra câncer no cérebro, diagnosticado em 2011. Passou por duas cirurgias e várias sessões de quimioterapia, mantendo-se ativo fora das quadras ao longo do tratamento.
O ex-jogador participou de cinco Jogos Olímpicos consecutivos: Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996. Também foi o maior pontuador da seleção brasileira, com 7.693 pontos, e medalhista de ouro no Pan-Americano de Indianápolis 1987.
Além de defender o Brasil, Oscar atuou por Palmeiras, Corinthians, Flamengo e Clube Sírio, com passagens por clubes na Espanha e na Itália. Em 2013, integrou o Hall da Fama do basquete, em Springfield, sem ter disputado a NBA.
Na esfera política, Oscar tentou a vaga de senador por São Paulo em 1998, na chapa de Paulo Maluf, mas foi derrotado por Eduardo Suplicy. Em entrevistas na época, afirmou que não se via na política e preferia continuar atuando como atleta e pai de família.
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