- Los Angeles Rams: grupo variado de tight ends, com Parkinson, Higbee, Ferguson, Davis Allen e Max Klare, totalizaram 103 recepções, 1.128 jardas e 17 touchdowns; formato 12 e 13 é constante no ataque de Sean McVay.
- Buffalo Bills: duo de Fitz Knox e Dalton Kincaid gerando jardas e first downs, com 75 receptions, 988 jardas e nove touchdowns; há expectativa de ter D. J. Moore como WR1 e Hawes na rotação de bloqueio e jogo curto.
- Las Vegas Raiders: Brock Bowers e Michael Mayer formam dupla dinâmica para formações com múltiplos tight ends; Bowers tem histórico expressivo (176 receptions, 1.874 jardas, 12 TD) e Mayer traz estabilidade como TE1/2.
- Chicago Bears: Colston Loveland e Cole Kmet em 12 personnel, buscando ampliar a produção e abrir espaço para o wide receiver top; Sam Roush pode atuar como TE3, fortalecendo o grupo.
- Pittsburgh Steelers: Pat Freiermuth e Darnell Washington, com bloqueio adicional, ajudam o jogo terrestre e ampliam opções de passe curto; o grupo pode sustentar um ataque com ritmo rápido e controle do jogo.
O texto analisa as cinco formações de tight ends (TEs) mais eficientes da NFL e como elas definem novas tendências ofensivas para 2026. O foco é identificar equipes bem posicionadas para explorar pacotes com múltiplos TEs, aumentando a eficiência no passe e no jogo corrido. A evolução pode exigir atenção de defensores e ajustes de tático de várias franquias.
Ao longo de 2025, equipes adotaram pacotes de 12 e 13 membros com TEs de porte e versatilidade, destacando a importância de jogadores capazes de atuar entre os tackles e próximos aos wide receivers. Giants, Browns, Packers, Falcons, Ravens, Raiders e Bears já exploraram esse conceito em boa parte da temporada.
1. Los Angeles Rams
A ofensiva dos Rams se destaca pela variedade de TEs e pela capacidade de bloquear e receber. A comissão técnica utiliza conjuntos com três TEs com frequência, aumentando a pressão sobre linebackers e defensas secundárias adversárias. O grupo é formado por atletas altos e fortes que criam zona de captura em diferentes áreas do campo.
Colby Parkinson, Tyler Higbee, Terrance Ferguson e Davis Allen somam combinações fortes de altura e velocidade. A chegada de Max Klare amplia a diversidade de estilos, tornando difícil para defesas encaixarem marcação com eficiência. A equipe busca manter o ritmo com design de jogadas que favoreçam essa montagem.
2. Buffalo Bills
Os Bills seguem apostando em 12 personnel para maximizar o jogo entre as linhas e as rotas dos tight ends. Dawson Knox e Dalton Kincaid apresentaram boa química na temporada anterior, apesar de Kincaid ter desfalques por lesões. O conjunto tem potência física para atuar por dentro e por fora.
A incorporação de D. J. Moore aumenta a capacidade de reconhecimento de tarefas entre os alvos, mas a dupla Knox-Kincaid continua como referência principal. Jackson Hawes é uma peça adicional de bloqueio e red zone, contribuindo para a consistência ofensiva da equipe.
3. Las Vegas Raiders
Os Raiders contam com Brock Bowers, como alvo dominante em múltiplos alinhamentos, inclusive em flex e fora do tackle. Michael Mayer complementa o duo, exibindo capacidade de jogar próximo ao tackle e atuar como alvo confiável entre as linhas. A combinação favorece a construção de um ataque por dentro para fora.
Bowers acumulou números expressivos em jogos recentes, enquanto Mayer acrescenta consistência em jogadas curtas e médias. A presença de dois TEs com peso e alcance permite variações de formação que dificultam a leitura defensiva adversária.
4. Chicago Bears
A dupla Colston Loveland e Cole Kmet tem sido crucial para a temporada, ampliando as opções de jogo com pacotes de 12 e 13 membros. Williams, quarterback da equipe, tem se beneficiado da amplitude de rotas e do bloqueio eficiente dos TEs para manter o ataque dinâmico.
Loveland e Kmet somaram expressivos números de recepção e jardas, com expectativa de incremento conforme o técnico Ben Johnson intensifica o uso dos TEs. Sam Roush entra como TE3 para reforçar a linha de bloqueio e a profundidade do grupo.
5. Pittsburgh Steelers
Pat Freiermuth e Darnell Washington formam uma dupla robusta, com foco no jogo físico e no bloqueio para abrir espaço ao perímetro. Embora as estatísticas de recepção não estejam entre as melhores, o conjunto oferece consistência no avanço de jardas e na proteção de passes curtos.
A composição favorece o ataque de corridas com leituras rápidas e contextualiza o papel de Freiermuth e Washington na estratégia de ritmo rápido de Aaron Rodgers e na sustentação da linha de scrimmage. O grupo TE é visto como elemento-chave de uma ofensiva equilibrada.
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