- Guilherme Bellintani, ex-presidente do Bahia, afirma que o time deve ficar mais competitivo entre 2028 e 2029 sob a gestão do City Group.
- O Bahia seria o segundo maior projeto do grupo, ficando atrás apenas do Manchester City, com metas em Copa do Brasil, G4 do Brasileirão e fases da Libertadores.
- O orçamento do clube deve ser menor que o de Flamengo e Palmeiras, destacando uso intenso de tecnologia e eficiência interna.
- A estratégia envolve manter padrões de desempenho do City, com mesmas tecnologias e analistas, para replicar o sucesso no Brasil.
- O projeto financeiro sustenta a valorização de atletas com resultados esportivos, buscando retroalimentação econômica para a SAF (Sociedade Anônima do Futebol).
Guilherme Bellintani, ex-presidente do Bahia, disse que o clube deve se tornar parte do City Group como segundo maior projeto do conglomerado, atrás apenas do Manchester City, com metas de eficiência e passagem pela SAF. O foco é disputar títulos no Brasil e na Libertadores a partir de 2028-2029.
A entrevista ao CNN Esportes S/A mostrou que o planejamento prevê avanços na Copa do Brasil, no Brasileirão e em fases decisivas da Libertadores. Bellintani descreveu a estratégia como gradual, buscando resultados expressivos em ciclos de dois a três anos.
O ex-dirigente explicou que o Bahia operará com um orçamento menor do que o de grandes clubes nacionais, como Flamengo e Palmeiras. A justificativa é a base de torcedores com menor poder econômico, o que exige maior eficiência e uso de tecnologia.
Prioridade do City
Bellintani destacou o peso estratégico do Bahia na rede global do City Group, apontando o clube como o segundo maior projeto do grupo, com aspirações de orçamento compatível ao seu tamanho. O objetivo é espelhar padrões de desempenho do Manchester City.
O dirigente mencionou que o Bahia deverá aplicar as mesmas tecnologias, dados e softwares usados na Inglaterra, adaptando-os à realidade brasileira para sustentar o crescimento esportivo e econômico.
Para ele, o mercado brasileiro é relevante pela formação e exportação de atletas, fortalecendo o papel do Bahia como pilar da holding e justificando o investimento no longo prazo.
Retorno financeiro
Bellintani citou a lógica de valorização de atletas com base em resultados esportivos, criando retroalimentação financeira para sustentar o modelo. Caso o clube conquiste títulos, o valor de jogadores tende a aumentar, alimentando o orçamento.
O ex-presidente lembrou a transição do Bahia para SAF, a recuperação financeira iniciada em 2013 e a reorganização jurídica que acompanhou a transformação do clube. O projeto envolve também a Squadra Sports, com atuação multiclube no Brasil.
O grupo aposta na exportação de talentos e na garantia de minutagem para atletas da base como diferencial competitivo, mantendo o foco na gestão, na tecnologia e na cooperação entre clubes do conglomerado.
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