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Proprietários americanos enfrentam desafios na gestão de clubes da Premier League

Bournemouth rejeita jogos da Premier League nos EUA e se concentra em aumentar sua capacidade e engajamento com torcedores americanos

Foto: Reprodução/The Athletic UK
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  • O Bournemouth, clube da Premier League, busca expandir sua marca nos Estados Unidos sob a liderança do bilionário Bill Foley.
  • O presidente de negócios, Jim Frevola, se opõe à realização de jogos da Premier League nos EUA, defendendo que as partidas devem ocorrer na Inglaterra.
  • O clube participou do Premier League Summer Series, jogando em cidades como Nova Jersey, Chicago e Atlanta.
  • O Bournemouth planeja aumentar a capacidade do Vitality Stadium de 11.379 para 20.000 lugares até a temporada 2027-28 e investiu £32 milhões em um novo centro de treinamento.
  • Frevola acredita que o crescimento da marca nos EUA será um processo a longo prazo e o clube introduzirá um programa de associação para melhor atender os torcedores locais.

Bournemouth busca expandir sua marca nos EUA, mas rejeita jogos da Premier League fora da Inglaterra

O Bournemouth, clube da Premier League, está intensificando seus esforços para expandir sua presença nos Estados Unidos, sob a liderança do bilionário Bill Foley. O presidente de negócios, Jim Frevola, afirmou que não apoia a realização de jogos da Premier League nos EUA, destacando a importância de manter as partidas na Inglaterra.

Recentemente, o clube participou do Premier League Summer Series, jogando em cidades como Nova Jersey, Chicago e Atlanta, onde enfrentou equipes como Manchester United e Everton. Frevola enfatizou que a ideia de jogos regulares nos EUA não é necessária para o crescimento da marca do Bournemouth. “Os jogos devem ser jogados no Reino Unido — é onde eles devem acontecer”, declarou.

Além de sua estratégia de marketing, o Bournemouth planeja aumentar a capacidade do Vitality Stadium de 11.379 para 20.000 lugares até a temporada 2027-28. O clube também investiu £32 milhões em um novo centro de treinamento. Apesar de enfrentar desafios financeiros, como perdas de £55,9 milhões no último ano, a venda de jogadores como Dominic Solanke ajudou a equilibrar as contas.

Frevola, que tem experiência em várias ligas esportivas americanas, acredita que o crescimento da marca do Bournemouth nos EUA será um processo a longo prazo. “Não é uma corrida de velocidade, mas uma maratona”, afirmou, ressaltando a necessidade de um compromisso contínuo com os fãs americanos. O clube também está introduzindo um programa de associação, visando formalizar o acesso a ingressos e atender melhor os torcedores locais.

Com a presença do meio-campista Tyler Adams, que capitaneou a seleção americana, o Bournemouth espera atrair mais fãs nos EUA. Frevola concluiu que o objetivo é construir uma base de torcedores sólida e engajada, sem comprometer a essência do futebol inglês.

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