- O Crystal Palace foi desclassificado da Europa League pela UEFA devido a uma violação das regras de multi-clube, relacionada ao Lyon.
- O Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) confirmou a decisão da UEFA, alegando que o presidente do Palace, John Textor, tinha “influência decisiva” no clube.
- Como resultado, o Palace foi rebaixado para a Conference League, enquanto o Nottingham Forest assumiu sua vaga na Europa League.
- O clube expressou indignação, afirmando que as decisões tornam o mérito esportivo irrelevante e criticou a aplicação desigual das regras.
- O Palace se prepara para enfrentar o FC Midtjylland ou o Fredrikstad na Conference League, reafirmando seu compromisso de competir com determinação.
O Crystal Palace foi desclassificado da Europa League pela UEFA devido a uma violação das regras de multi-clube, envolvendo o Lyon. A decisão foi confirmada pelo Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), que considerou que o presidente do Palace, John Textor, tinha “influência decisiva” no clube. Como resultado, o Palace foi rebaixado para a Conference League, enquanto o Nottingham Forest assumiu sua vaga na Europa League.
O clube londrino expressou sua indignação, afirmando que as decisões da UEFA e do CAS tornam o mérito esportivo irrelevante. Em comunicado, o Palace destacou que, após vencer a FA Cup em maio, seus jogadores conquistaram o direito de competir na Europa, mas foram impedidos por uma “pequena tecnicalidade”. O presidente do clube, Steve Parish, classificou a situação como uma “terrível injustiça”.
A desclassificação gerou críticas sobre a aplicação desigual das regras, com o Palace alegando que clubes com estruturas de multi-clube, como o Lyon, recebem tratamento preferencial. O clube também questionou a transparência do processo de apelação, afirmando que não teve acesso a documentos relevantes e que suas solicitações de testemunhos foram negadas.
O Palace agora se prepara para disputar a Conference League, enfrentando o FC Midtjylland ou o Fredrikstad em uma partida de play-off. O clube reafirmou seu compromisso de competir com determinação, apesar das adversidades. A situação levanta questões sobre a equidade nas competições europeias e a necessidade de um processo de apelação mais justo.
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