- A diretoria do Corinthians confirmou que não fará contratações nesta janela de transferências devido a um transfer ban imposto pela Fifa.
- O clube enfrenta dificuldades financeiras e administrativas, resultado de gestões anteriores.
- O Santos Laguna rejeitou propostas do Corinthians para quitar uma dívida de aproximadamente R$ 40 milhões pela contratação do zagueiro Félix Torres.
- O Talleres, da Argentina, venceu uma ação na Fifa relacionada ao meia Rodrigo Garro, resultando em uma dívida de US$ 3,6 milhões e uma indenização de US$ 722,4 mil.
- O Corinthians também deve R$ 40,4 milhões ao meia Matías Rojas, com um recurso em andamento na Corte Arbitral do Esporte (CAS).
A diretoria do Corinthians confirmou que não conseguirá contratar reforços nesta janela de transferências, devido a um transfer ban imposto pela Fifa. O clube enfrenta dificuldades financeiras e administrativas, resultado de gestões anteriores que prejudicaram negociações.
O Santos Laguna, do México, rejeitou as propostas do Corinthians para resolver a dívida de aproximadamente R$ 40 milhões referente à contratação do zagueiro Félix Torres. O clube brasileiro apresentou três ofertas, sendo a última com pagamento de 70% à vista, mas sem sucesso. A relação entre as duas equipes se deteriorou devido à falta de diálogo na gestão de Augusto Melo, levando o Santos a tratar diretamente com um escritório de advocacia.
Dívidas com Jogadores
Além do Santos, o Corinthians também enfrenta problemas com o Talleres, da Argentina, que venceu uma ação na Fifa relacionada à contratação do meia Rodrigo Garro. O clube deve pagar US$ 3,6 milhões (cerca de R$ 19,5 milhões) com juros de 18% ao ano a partir de janeiro de 2024, além de uma indenização de US$ 722,4 mil. O Talleres também não demonstrou interesse em um acordo, citando desgastes nas negociações anteriores.
O Corinthians ainda lida com a situação do meia Matías Rojas, que a Fifa condenou a pagar R$ 40,4 milhões devido a atrasos em direitos de imagem. O clube recorreu ao CAS (Corte Arbitral do Esporte), que deve emitir uma decisão em breve. A falta de acordos amigáveis durante a gestão anterior tem dificultado a resolução dessas pendências financeiras.
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