- O Internacional perdeu por 1 a 0 para o Fluminense no último sábado, caiu da 14ª para a 15ª posição e soma 35 pontos, a cinco do Z4.
- A coletiva dos técnicos Ramón Díaz e Emiliano Díaz reforçou cobrança de coragem e atitude, gerando reação negativa na diretoria.
- No retorno a Porto Alegre, o ambiente foi de silêncio; presidente Alessandro Barcellos e o vice de futebol José Olavo Bisol estavam abatidos.
- Torcedores protestaram na chegada ao aeroporto Salgado Filho, com faixas e gritos; a Brigada Militar dispersou a manifestação.
- A diretoria lançou mobilização para evitar o rebaixamento, mirando o próximo jogo decisivo contra o Atlético-MG, no dia 2 de novembro, com promoções de ingressos para atrair a torcida.
A derrota do Internacional para o Fluminense por 1 a 0 no último sábado (25) gerou um clima de crise no clube. Com o resultado, o Colorado caiu da 14ª para a 15ª posição no Campeonato Brasileiro, somando 35 pontos e ficando a cinco do Z4. A situação tensa no vestiário foi acentuada pela coletiva de Ramón e Emiliano Díaz, que abordaram a necessidade de coragem e atitude, provocando reações negativas entre jogadores e dirigentes.
Após a partida, a viagem de retorno a Porto Alegre foi marcada pelo silêncio. Jogadores e membros da comissão técnica demonstraram desânimo, refletido nas expressões faciais. O presidente Alessandro Barcellos e o vice de futebol José Olavo Bisol estavam visivelmente abatidos. A coletiva dos Díaz não trouxe alívio, com declarações como “este é o momento para os homens, para quem tem coragem”, interpretadas como um sinal de descontentamento com o elenco.
Reações e Mobilização
Os protestos de torcedores na chegada ao aeroporto Salgado Filho evidenciaram a insatisfação da torcida. Faixas e gritos contra o time e a direção foram registrados, enquanto a Brigada Militar dispersou os manifestantes. Diante desse cenário, a direção do clube se mobiliza para evitar o rebaixamento, com foco no próximo jogo decisivo contra o Atlético-MG, marcado para o dia 2 de novembro.
A estratégia inclui promoções de ingressos para atrair a torcida e transformar o apoio em motivação para os jogadores. A situação atual é considerada crítica, e a prioridade agora é escapar da zona de rebaixamento, com a Sul-Americana sendo deixada em segundo plano. A pressão aumenta, e a resposta do time em campo se torna cada vez mais crucial.
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