- STJD denunciou o Corinthians por desordem após a partida de 30 de julho, na Neo Química Arena, em que o Timão venceu o Palmeiras por 1 a 0; arremessos de objetos atingiram o banco de reservas.
- A súmula registrada pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio aponta que isqueiros, cigarros eletrônicos e copos foram arremessados em direção aos jogadores do Palmeiras durante o aquecimento.
- Pelo artigo 213 do CBJD, o Corinthians pode receber multa de até R$ 100 mil por não tomar medidas para evitar desordem; o Palmeiras também foi citado por atraso no reinício, com multa de até R$ 3 mil (R$ 1 mil por minuto).
- O julgamento das denúncias está marcado para sexta-feira, 31, no Rio de Janeiro, conforme previsto no CBJD.
- O caso reacende o debate sobre segurança em estádios e a responsabilidade de clubes em manter ambiente adequado para a prática esportiva.
O Corinthians foi denunciado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em decorrência de incidentes ocorridos durante a partida contra o Palmeiras, realizada em 30 de julho, na Neo Química Arena. O Timão venceu o clássico por 1 a 0, mas o jogo foi marcado por arremessos de objetos pela torcida, que atingiram o banco de reservas do rival. O árbitro Wilton Pereira Sampaio registrou o ocorrido na súmula.
Conforme o artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), o Corinthians pode enfrentar uma multa de até R$ 100 mil por não adotar medidas para prevenir a desordem. O STJD também citou o Palmeiras por atraso no reinício da partida após o intervalo, podendo ser penalizado em até R$ 3 mil, com a multa sendo de R$ 1 mil por cada minuto de atraso.
Julgamento
O julgamento das denúncias está agendado para a próxima sexta-feira, 31, no Rio de Janeiro. O artigo 213 do CBJD prevê punições a clubes que não tomem as devidas precauções contra situações como invasões de campo e lançamento de objetos. O incidente em questão envolveu isqueiros, cigarros eletrônicos e copos, que foram arremessados em direção aos jogadores do Palmeiras durante o aquecimento.
A situação levanta preocupações sobre a segurança nos estádios e a responsabilidade dos clubes em garantir um ambiente adequado para a prática esportiva. A expectativa é que as decisões do STJD sirvam como um alerta para a necessidade de controle e prevenção de desordens nas partidas.
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