- O Internacional empatou em zero a zero com o Atlético-MG na 31ª rodada do Brasileirão e se prepara para enfrentar o Vitória, na quarta-feira, às 19h, no Barradão.
- Emiliano Díaz, auxiliar técnico, pediu paciência à torcida, dizendo: “Estamos num momento de m? Estamos. Mas vamos sair”, e destacou a importância da união entre jogadores e torcedores.
- Ramon Díaz mudou a escalação, com Vitinho na ala direita e Rafael Borré no lugar de Carbonero, formation já treinada pela equipe durante a semana.
- O treinador ressaltou que o performance do goleiro adversário foi determinante para o empate.
- Sobre o vazamento de cobranças internas, Emiliano Díaz disse que cobranças existem em times grandes e que é preciso manter a coesão, sem expor o vestiário.
O Internacional enfrentou o Atlético-MG no último domingo (2), em um jogo marcado por um empate sem gols que gerou descontentamento entre os torcedores. O resultado, válido pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, provocou vaias e críticas à equipe, que agora se prepara para o confronto contra o Vitória, na quarta-feira (5), às 19h, no Barradão.
O auxiliar técnico Emiliano Díaz, em coletiva, pediu paciência à torcida, reconhecendo a situação delicada do clube. “Estamos num momento de m? Estamos. Mas vamos sair”, afirmou, enfatizando a necessidade de união entre jogadores e torcedores. Ele também abordou o impacto das vaias, destacando que faz parte da expectativa dos fãs e que o apoio recebido durante a partida foi positivo.
Mudanças na Escalação
O técnico Ramón Díaz fez alterações na escalação, colocando Vitinho na ala direita e Rafael Borré no lugar de Carbonero. O treinador justificou as mudanças, afirmando que a equipe trabalhou essa formação durante a semana. “Precisávamos de pressão e dinâmica. Gostei da equipe”, disse Ramón, ressaltando o desempenho do goleiro adversário como fundamental para o resultado.
Emiliano também comentou sobre o vazamento de informações relacionadas a cobranças internas. Ele destacou que a cobrança é natural em times grandes, mas lamentou que detalhes do vestiário tenham sido expostos. “Essas cobranças têm que existir. Temos que estar unidos e falar de frente”, concluiu, reforçando a importância da coesão no grupo para superar a fase complicada.
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