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Fair play da CBF inspira regras europeias, sem intervenção

A partir de 2026, o SSF define déficit de triênio em R$ 30 milhões, custo do elenco ≤ setenta por cento da receita e endividamento de curto prazo ≤ quarenta e cinco por cento da receita

CBF apresentou o Fair Play Financeiro durante Summit da CBF Academy (Foto: Marcio Dolzan/Lance!)
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  • O Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) da CBF entra em vigor em janeiro de 2026 e organiza quatro pilares para clubes.
  • Déficit máximo permitido é de R$ 30 milhões no triênio para clubes da Série A.
  • Custo do elenco é limitado a menos de cinquenta por cento? Wait ensure: “menos de 70% da receita”—I must be precise: menos de 70% da receita, somando salários, encargos, direitos de imagem e amortizações. Trecho: “custo do elenco” include. Correct: “salários e encargos” and other items. Let’s phrase:
  • O teto de salários e encargos fica em menos de 70% da receita, incluindo transferências e aportes financeiros.

But the guideline says “incluindo transferências e aportes financeiros” was in text. We’ll use that.

  • O endividamento de curto prazo não pode ultrapassar 45% da receita relevante.
  • O modelo brasileiro é apresentado como corretivo, menos intervencionista, e se baseia em práticas de ligas europeias e da Uefa para padronizar exigências e manter a competitividade.

O Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) passa a vigorar no Brasil a partir de 2026, com regras voltadas a dívidas, equilíbrio operacional, custo do elenco e endividamento de curto prazo. A CBF apresentou o modelo, comparando práticas de ligas europeias e da Uefa, e destacou um padrão menos intervencionista, chamado de corretivo.

Durante a apresentação, Caio Resende, Diretor Acadêmico da CBF Academy, acompanhou César Grafietti, economista do mercado esportivo, na exposição. A entidade defende que o fair play financeiro padronize exigências e aumente a competitividade no futebol nacional.

A comparação com a Europa aponta semelhanças com a Premier League e a Uefa, enquanto La Liga e Ligue 1 adotam abordagens mais preventivas. O objetivo é alinhar regras financeiras dos clubes brasileiros ao que já é praticado no continente.

Pilares do SSF

O SSF estabelece quatro pilares com regras específicas. O déficit do triênio não pode exceder 30 milhões de reais. Em relação aos salários e encargos, o teto fica em menos de 70% da receita, incluindo direitos de transmissão e aportes.

No item de endividamento de curto prazo, o limite é de 45% da receita relevante. A fórmula considera dívidas líquidas de curto prazo sobre a receita prevista para o período.

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