- Nesta sexta-feira, 28, Carlos Belmonte, Nelson Marques Ferreira e Fernando Bracalle Ambrogi deixaram seus cargos no departamento de futebol do São Paulo.
- Marcio Carlomagno permanece como superintendente; Muricy Ramalho assume como Coordenador Técnico e Rui Costa continua como executivo de futebol.
- O presidente Julio Casares afirmou que não analisa nomes para substituir Belmonte e que o abaixo-assinado com 41 assinaturas pedindo sua renúncia é visto como movimento da oposição.
- A nota oficial do clube confirmou as saídas e a continuidade de outras funções.
- O contexto envolve crise interna acentuada pela goleada contra o Fluminense e pressão por renúncia.
O São Paulo vive um momento de turbulência política interna, agravado pela goleada para o Fluminense e pela pressão por mudanças na diretoria. Nesta sexta-feira, 28, três dirigentes deixaram cargos no departamento de futebol: Carlos Belmonte, Nelson Marques Ferreira e Fernando Bracalle Ambrogi. As decisões foram anunciadas pelo clube, sem detalhar motivos específicos.
Marcio Carlomagno permanece como superintendente do time, atuando tanto no Morumbi quanto no CT. Muricy Ramalho assume como Coordenador Técnico, e Rui Costa continua como executivo de futebol. O presidente Julio Casares afirmou que não analisa nomes para substituir Belmonte e destacou que o abaixo-assinado com 41 assinaturas pedindo a renúncia é visto como movimento da oposição. A nota oficial confirma as saídas e a manutenção das demais funções.
Mudanças no departamento de futebol
A diretoria informa que Belmonte deixa o cargo de diretor de futebol, acompanhado de Marques Ferreira e Ambrogi. O clube também confirmou a continuidade de Rui Costa e Muricy Ramalho, além da permanência de Carlomagno como superintendente, com foco no planejamento para 2026. A coletiva de Casares não antecipou substituições imediatas para Belmonte.
O contexto histórico do clube envolve desgaste institucional e pressão por reformas internas. O caso ocorre dias após a goleada de 6 a 0 sobre o Fluminense no Brasileirão, que intensificou questionamentos sobre a gestão. O Tricolor não indicou prazos para nomeações futuras nem novas definições de cargos.
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