- A história começa em mil novecentos e quatorze, quando a comunidade italiana de São Paulo fundou o Palestra Italia para representar seus costumes e identidade.
- As cores verde e branco e o escudo com cruz de Savóia definiram a camisa original, com gola branca e modelo simples.
- Na década de vinte, houve variação de escudos mantidos sobre fundo verde, com diferentes estilos da cruz de Savóia.
- Em mil novecentos e quarenta e dois, o clube mudou para Palmeiras; o escudo foi reformulado com um “P” estilizado, mantendo o verde como símbolo principal.
- A camisa branca ganhou destaque nas décadas seguintes, tornando-se parte central da identidade visual, sem perder a associação do verde ao Palmeiras.
A história do Palmeiras começa em 1914, quando a comunidade italiana de São Paulo criou o Palestra Italia para representar seus costumes e identidade no esporte. O clube surgiu no Parque Antártica, unindo imigrantes por meio do futebol.
A primeira camisa era verde-escuro, com gola branca e escudo com a cruz de Savóia. Ao longo da década de 1920, houve variações de escudo, sempre sobre fundo verde, mantendo o símbolo central da Cruz.
Na década de 1930, a profissionalização levou a cortes mais ajustados e tecidos melhores. Em 1942, sob pressão política, o clube mudou o nome para Palmeiras, sem alterar o verde tradicional.
O escudo foi redesenhado, ganhando o estilo do P estilizado e, mais tarde, estrelas que marcaram títulos. A camisa branca, já presente desde os anos 1910 como uniforme secundário, ganhou peso e consolidou-se na identidade.
A transição histórica manteve o verde como patrimônio do clube. Mesmo sem o nome italiano, a cor passou a simbolizar a herança cultural, enquanto o branco manteve função estética e de contraste no conjunto do uniforme.
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