- TJDFT acolheu recurso do MPDFT para abrir ação penal por estelionato, movimento que a defesa do jogador contesta.
- A defesa divulgou nota oficial em que classifica a decisão como contrária a entendimento de primeira instância e anuncia recurso.
- O grupo de réus passou a incluir familiares e mais seis pessoas, conforme o andamento do processo.
- O caso envolve um cartão amarelo aplicado ao atacante em jogo contra o Santos pela Série A, no dia 1º de novembro de 2023, no Mané Garrincha, em Brasília.
- Bruno Henrique já havia virado réu por fraude esportiva em julho de 2025; a 7ª Vara Criminal de Brasília acatou a denúncia do MPDFT.
O TJDFT acolheu o recurso do MPDFT para abrir ação penal por estelionato no caso envolvendo o atacante Bruno Henrique. A defesa reagiu com indignação e promete recurso, alegando erro na avaliação inicial.
O novo núcleo de réus inclui familiares e outras seis pessoas, todas ligadas ao episódio. A denúncia aponta possível participação de Bruno Henrique em conduta criminosa associada a cartão amarelo recebido em jogo contra o Santos.
A decisão foi tomada em Brasília, após protocolo do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. O whistleblower do caso envolve o cartão amarelo apontado como indicativo de conduta irregular na partida da Série A.
Bruno Henrique já estava envolvido em outro processo anterior, no qual foi denunciado por fraude esportiva e estelionato. Em julho de 2025, a 7ª Vara Criminal de Brasília tornou-o réu, conforme a denúncia do MPDFT.
Em relação à carreira, o atacante já havia sido suspenso por 12 partidas pelo STJD, com multa de R$ 100 mil após decisão do Pleno. O caso atual amplifica a atenção sobre a integridade em jogos.
A defesa do atleta afirmou que apresentará recurso para demonstrar o claro equívoco da denúncia e manter a confiança no Poder Judiciário. Não houve declarações adicionais de representantes do Flamengo.
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