- A celebração Dragon Ball ficou marcada na era vitoriosa do Flamengo com Gabigol e Bruno Henrique, em 2019, sob o comando de Jorge Jesus, com Libertadores, Brasileirão e outros títulos.
- A fusão, inspirada no desenho, tornou-se marca registrada do duo, especialmente quando um dava passe para o gol do outro; Gabigol deu assistências para quatorze gols de Bruno Henrique e Bruno Henrique deu passes para dezenove gols de Gabigol.
- Na primeira tentativa, Gabigol tentou fazer a fusão com Arrascaeta, mas Bruno Henrique não captou a referência e imitou de forma desajeitada, virando meme nas redes.
- Em partida recente, jogadores do Fluminense, Soteldo e Acosta, repetiram a comemoração durante a vitória por dois a um sobre o Grêmio.
- A imagem da fusão permanece como símbolo da parceria entre Gabigol e Bruno Henrique, mesmo após o fim da era Flamengo com Jorge Jesus.
Durante a vitória do Fluminense sobre o Grêmio por 2 a 1, os atletas Soteldo e Acosta reencenaram a fusão Dragon Ball, referência famosa entre torcidas. A celebração ocorreu em campo, repercutindo como homenagem a uma comemoração marcante do passado recente do futebol brasileiro.
A fusão é associada à parceria entre Gabigol e Bruno Henrique, que brilhou com o Flamengo em 2019, sob o comando de Jorge Jesus. A brincadeira ganhou força após os primeiros ensaios com Arrascaeta, que na época não entendeu a referência, mas acabou gerando um símbolo de entrosamento.
Naquele ciclo, Gabigol distribuía assistências para Bruno Henrique e vice-versa, reforçando a ideia de reciprocidade no ataque. Dados da época apontam 14 assistências do Gabigol para Bruno Henrique e 19 em sentido inverso, consolidando a imagem de dupla de ataque bem conectada.
A comemoração ganhou status de marca registrada ao longo de jogos em que um cruzava para o gol do outro, reforçando o lema de que o artilheiro pode abrir espaço para o garçom e vice-versa, mantendo vivo o imaginário da era vitoriosa do Flamengo.
A referência recente em campo ocorreu sem relação direta com o Flamengo, mas serve para entender como o gesto persiste no futebol brasileiro, ainda presente nas memórias de torcedores e narrativas sobre entrosamento entre jogadores.
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