- Palmeiras e Allianz Parque anunciaram o início da troca do gramado sintético, em parceria com a Soccer Grass, com a WTorre responsável pela concessão.
- A obra será realizada em sete fases, com remoção de cortiça e areia em 2025, e será interrompida por espetáculos previamente agendados.
- O processo deve retornar no início de 2026, contemplando abertura de ramais de drenagem, retirada de resíduos, regularização da base, instalação de tapetes, distribuição de areia e demarcação do campo.
- A previsão é que o Allianz Parque volte a receber partidas na última semana de fevereiro de 2026, ficando fora do estádio entre dezembro e fevereiro.
- Existe polêmica recente sobre gramados sintéticos; nota conjunta de Athletico Paranaense, Atlético Mineiro, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras defende o uso responsável da tecnologia e a sua regulamentação.
O Palmeiras e o Allianz Parque anunciaram nesta sexta-feira o início da troca do gramado sintético do estádio. Em parceria com a Soccer Grass, a WTorre, responsável pela concessão, conduz a atualização em sete fases. A previsão é que o estádio volte a receber jogos na última semana de fevereiro de 2026.
A obra prevê remoção inicial da cortiça e da areia, seguida pela retirada do gramado. Entre dezembro e fevereiro, o Verdão não deverá atuar no local, enquanto o trabalho avança. A troca ocorrerá em etapas com interrupção por eventos previamente agendados.
Fase atual e cronograma
O processo terá etapas como abertura dos ramais de drenagem, retirada de resíduos, regularização da base, instalação de tapetes, lançamento de areia e demarcação do campo. O retorno aos gramados está previsto para fevereiro de 2026.
Na sequência, o projeto inclui a demarcação do campo e ajustes de infraestrutura, mantendo o padrão FIFA desde a implementação do gramado. A iniciativa visa oferecer um piso em condições ideais para partidas de alto nível.
Polêmica e posicionamento de clubes
A discussão sobre gramados sintéticos segue no cenário nacional. Fluminense e Flamengo pressionaram a CBF pelo fim da permissão, mas a normativa vigente foi mantida. Cinco clubes da Primeira Divisão utilizam gramado sintético em seus estádios.
Palmeiras, Atlético-MG, Botafogo, Athletico-PR e Chapecoense emitiram nota conjunta defendendo a tecnologia. O texto enfatiza que não há padronização no país e que gramados modernos não demonstraram aumento de lesões comprovado por estudos conclusivos.
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