- A Confederação Brasileira de Futebol definiu um novo teto de jogos para transferência de atletas no Brasileirão Série A em 2026, permitindo registro de jogadores de outro clube apenas se tiverem disputado, no máximo, doze partidas pelo time de origem.
- A regra considera qualquer atuação em campo, como titular ou substituto, para a contagem de partidas.
- Após o início da competição, o jogador que já atuou por um clube poderá defender apenas mais uma equipe na mesma edição.
- Ainda após o início do Brasileirão, cada clube poderá inscrever até cinco atletas que já atuaram por outras equipes na Série A de 2026, sendo permitido no máximo três jogadores vindos do mesmo clube.
- Além disso, o regulamento traz novidades: definição de vagas e distribuição entre G-4 e pré-Libertadores, e exigência de Licença PRO para treinadores principais (com Licença A para assistentes) a partir de 2026.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira as mudanças no regulamento do Campeonato Brasileiro de 2026. O objetivo é ampliar o tempo de atuação de atletas antes de trocar de clube dentro da Série A, mantendo o foco na organização competitiva do torneio.
Segundo o artigo 12 do regulamento, um jogador poderá ser registrado por outro clube da Série A apenas após o início da competição se tiver disputado no máximo 12 partidas pelo clube de origem. A atuação, seja como titular ou entrando durante a partida, é computada para efeito do limite.
Ainda pela regra, o atleta que já atuou por uma equipe no campeonato poderá defender apenas mais uma equipe na mesma edição. Além disso, após o início do Brasileirão, cada clube poderá inscrever até cinco atletas que já tenham atuado por outras equipes na Série A de 2026, sendo permitidos no máximo três jogadores vindos do mesmo clube.
Novas regras de transferência
A mudança substitui o limite de seis jogos condicionante vigente até 2025. O texto prevê que os clubes possam, a partir do início da competição, inscrever até cinco atletas com passagem por outras equipes da Série A, com teto de três vindos do mesmo clube.
Outra parte relevante estabelece que o G-4 continue recebendo vaga direta na Libertadores, enquanto a segunda vaga na Copa do Brasil passaria a ser destinada à pré-Libertadores. A medida não constava no regulamento de 2025.
Licenças exigidas para técnicos
O regulamento de 2026 traz uma regra adicional sobre o corpo técnico. Os treinadores das equipes principais deverão possuir a Licença PRO da CBF ou estar em processo de obtenção. Para auxiliares técnicos, a exigência permanece, mas com a Licença A como nível mínimo.
Essa alteração amplia a qualificação exigida de comissão técnica, buscando padronizar critérios técnicos entre os clubes da Série A. A CBF não informou impactos operacionais nem prazos para implementação.
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