- Conselho Curador do FGTS aprovou o Termo de Conciliação e o reequilíbrio econômico-financeiro da desapropriação do terreno do Gasômetro para o Flamengo construir o estádio.
- Flamengo pagará adicional de 23,6 milhões, dividido em cinco parcelas anuais com correção, elevando o total para cerca de 161,7 milhões.
- O valor já pago pelo terreno foi 138,1 milhões à vista em julho de 2024; o total efetivo passa a cerca de 161,7 milhões.
- A conclusão do estádio está prevista para junho de 2036, ante o prazo anterior de 2029.
- O projeto prevê estádio de aproximadamente 72 mil lugares, com custo estimado de 2,2 bilhões, financiado principalmente por recursos internos.
O Flamengo recebeu aval do Conselho Curador do FGTS para o reequilíbrio econômico-financeiro da desapropriação do terreno do Gasômetro, no Porto Maravilha, região central do Rio de Janeiro. O acordo, que já havia sido firmado em 2025, passou por ajustes técnicos em setembro deste ano.
Conforme o parecer, o clube deverá pagar um adicional de 23,6 milhões de reais, dividido em cinco parcelas anuais com correção monetária. Com isso, o custo total pela posse do terreno sobe de cerca de 138,1 milhões para aproximadamente 161,7 milhões.
O governo informou que as etapas burocráticas e técnicas poderão ser iniciadas pelo Flamengo a partir de agora. A previsão inicial de entrega da nova arena ficou entre 2034 e 2036, segundo o cronograma mais recente.
Novo estádio do Flamengo
O projeto aponta uma arena com cerca de 72 mil lugares. O custo total estimado é de 2,2 bilhões de reais, englobando estádio, contingências, terreno e capital de giro. A gestão atual revisou valores anteriores, com estimativas várias acima de 2 bilhões e até acima de 3 bilhões em cenários com juros.
A conclusão está prevista para junho de 2036, com o cronograma sujeito a fatores externos. Em fala pública, representantes da gestão ressaltaram que o projeto busca viabilizar a construção sem comprometer o desempenho esportivo do clube.
O andamento depende de continuidade de estudos e de adesão a etapas técnicas para a obtenção de licenças e autorizações, além de eventual financiamento a partir de recursos internos. A proposta permanece sob avaliação institucional e ambiental.
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