- Guilherme Bellintani, ex‑presidente do Bahia, explicou que a SAF foi consolidada em 2023, sendo o processo preparado desde 2013 com a recuperação judicial.
- Na época, a dívida do clube foi estimada em cerca de 300 milhões, mas estava sob controle e bem administrada.
- O investidor quitou a dívida no início do projeto sem dinheiro da SAF, resultando em equilíbrio financeiro atual para o Bahia.
- O foco atual é sustentabilidade financeira a curto e médio prazo, com avaliação esportiva em degraus, não apenas a busca por títulos.
- O Grupo City inicialmente recusou o projeto, mas aceitou depois da apresentação de informações completas sobre o clube, para um acordo de longo prazo.
O Bahia transformou-se em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) após um longo processo que teve início em 2013, com crise financeira e recuperação judicial. A dívida chegou a estimar 300 milhões, mas ficou sob controle, com gestão financeira firme.
O ex-presidente Guilherme Bellintani, hoje CEO da Squadra Sports, relembra que o Grupo City chegou a recusar o projeto no começo. A virada ocorreu após receber informações detalhadas sobre a organização do clube, o que abriu espaço para negociações futuras.
Endividamento e financiamento
O investidor quitou a dívida no início da SAF, sem recursos da própria SAF, segundo Bellintani. Hoje, o Bahia não deve mais nada e mantém equilíbrio financeiro estável, com foco em sustentabilidade a longo prazo.
Modelo e propósito da SAF
Bellintani explica que o acordo não buscava apenas um aporte imediato, mas um projeto estruturado. Os aportes até o momento somam cerca de 1 milhão de reais, priorizando infraestrutura e time competitivo.
Panorama esportivo atual
O objetivo presente é operar de forma sustentável no curto e médio prazo, avaliando o desempenho por degraus, não apenas por títulos. O projeto prevê crescimento gradual, com metas esportivas alinhadas a finanças equilibradas.
Olhar para o futuro
Bellintani reforça a intenção de acompanhar o Bahia por pelo menos uma década, preservando organização e responsabilidade financeira. O ex-dirigente afirma que o caminho é ascendente, com melhorias ano a ano.
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