- A SAF do Vasco está dividida em 30% clube, 31% 777 Partners e 39% em arbitragem, com o clube em recuperação judicial e dívidas ajustadas a longo prazo.
- A diretoria negocia a venda da SAF para Marcos Faria Lamacchia, filho de José Lamacchia da Crefisa; o andamento pode avançar nos próximos meses, com perspectiva de 2026.
- Rivais do Vasco comentam publicamente sobre a possível mudança e o impacto financeiro da operação.
- O Vasco fechou contrato com a Nike, que passa a fornecer material esportivo e tende a elevar a receita, enquanto a Betfair pode deixar de patrocinar.
- Marcos Lamacchia tem histórico ligado a Crefisa e ao setor financeiro, com atuação anterior na Blue Star e no banco Alfa, em trajetória conectada a Aloysio de Andrade Faria.
A negociação pela venda da SAF do Vasco pode avançar em 2026, com o envolvimento de Marcos Faria Lamacchia, filho de José Lamacchia, acionista da Crefisa. A diretoria do Vasco mantém contatos ativos com o empresário, que já atua no mercado financeiro e tem histórico ligado ao grupo familiar. A informação aponta para um movimento que pode alterar a estrutura societária do clube caso haja acordo.
A SAF do Vasco permanece dividida: 30% pertencem ao clube, 31% à 777 Partners e 39% ainda está em disputa na arbitragem. O processo judicial segue em curso, mantendo o cenário societário indefinido enquanto não há decisão final. A negociação com Lamacchia é tratada com cautela pela diretoria.
Nesta fase, o contexto financeiro do Vasco passa por ajustes relevantes. O clube firmou contrato com a Nike como fornecedora de material esportivo, elevando a receita prevista para o próximo ciclo. Além disso, a relação com a Betfair, patrocinadora master, não foi renovada, o que pode abrir espaço para outra casa de apostas assumir o patrocínio com valores potencialmente maiores.
Mudanças potenciais e impacto no mercado
Rivais do Vasco acompanham com atenção o possível desdobramento, visto como fator que pode influenciar o equilíbrio competitivo e financeiro do futebol estadual. A expectativa é de que a transação, se ocorrer, tenha efeito direto na capacidade de investimento do clube e na atratividade de investidores para a SAF. A diretoria nega que haja confirmação de venda, mas admite diligências em curso com o empresário.
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