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Fluminense 2025: lesões tiram artilheiro do ano e Hércules em decisão

Fluminense encerra 2025 com quarenta e duas baixas médicas, impacto em fases decisivas; Cano lidera atendimentos, Otávio ficou fora por lesão no tendão e Hércules ausente da semifinal da Copa do Brasil

Acosta, Cano e Hércules comemoram gol do Fluminense (Foto: MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.)
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  • A temporada de 2025 do Fluminense teve quarenta e duas baixas médicas, menor que em 2024, mas com impacto em fases decisivas.
  • Germán Cano liderou as entradas no DM, com quatro afastamentos por lesões nos joelhos e panturrilha, prejudicando jogos importantes.
  • O volante Otávio ficou fora por vinte e nove partidas após lesão no tendão de Aquiles, perdendo competições inteiras como o Mundial de Clubes.
  • Hércules teve lesão na coxa e não atuou na semifinal da Copa do Brasil contra o Vasco.
  • Outros desfalques relevantes incluíram Ganso (miocardite e muscular), Thiago Silva (três períodos no DM, totalizando dezoito jogos), Ignácio (lesão no joelho, dezesseis jogos), Keno e Soteldo (novamente afastados) e Pitaluga (dores/fratura no dedo, doze partidas).

O Fluminense encerrou a temporada 2025 com um novo recorde de problemas médicos, ainda que com menos baixas que em 2024. Ao todo, foram registradas 42 ausências por lesões ao longo do ano, impacto direto em fases decisivas do calendário.

Entre os atletas, Germán Cano foi o mais presente no departamento médico, com quatro atendimentos, principalmente por lesões nos joelhos e na panturrilha. As contusões comprometeram partidas importantes e a participação do atacante na reta final.

A ausência de Otávio, porém, foi a mais prolongada. O volante sofreu lesão grave no tendão de Aquiles em março e ficou fora de 29 jogos, perdendo torneios inteiros como o Mundial de Clubes, além de boa parte do Brasileirão e da Sul-Americana.

Desdobramentos da temporada

No fim do ano, Hércules teve problema na coxa e não esteve plenamente disponível para a semifinal da Copa do Brasil contra o Vasco, episódio que deixou o meio-campo tricolor com deficiência em momento decisivo.

No setor criativo, Ganso recebeu diagnóstico de miocardite no começo do ano, afastando-o por longo período. Ao longo da temporada, o meia também lidou com lesões musculares na coxa e na panturrilha, refletindo em pouquíssimos jogos consecutivos.

Na defesa, Thiago Silva teve três episódios no DM, com lesões na coxa e um problema no tendão do pé esquerdo, resultando em 18 desfalques. Ignácio, recém-chegado, sofreu lesão grave no joelho e perdeu 16 jogos.

Ataque e goleiras

O departamento ofensivo não ficou livre de problemas: além de Cano, Keno e Soteldo registraram frequentes ausências. Soteldo ficou afastado por longo período entre julho e setembro, somando 16 jogos perdidos por lesões na coxa.

Entre os goleiros, Pitaluga esteve fora de 12 partidas por fratura no dedo da mão, enquanto Vitor Eudes teve desfalques pontuais por questões musculares ao longo da temporada.

O levantamento aponta que lesões musculares, sobretudo em coxa, panturrilha e joelho, concentraram as ocorrências no elenco em 2025. Mesmo com a queda do total de baixas, as ausências impactaram programas e fases decisivas, especialmente nas copas.

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