- A SAFiel propõe quitar o estádio e encerrar o transfer ban do Corinthians em troca de um memorando de entendimentos, com aporte estimado de R$ 600 milhões.
- O dinheiro funcionaria como adiantamento e, se aprovado, seria convertido em ações; em caso de rejeição, o clube devolve o valor.
- O memorando foi encaminhado ao Corinthians em outubro do ano passado e ainda não teve resposta.
- O débito do clube com a Caixa é de cerca de R$ 670 milhões, com garantias sobre receitas esportivas e retenção de 50% da premiação da Copa do Brasil para pagamento da Neo Química Arena.
- Há ainda uma dívida com o Santos Laguna, de aproximadamente R$ 40 milhões pela contratação de Félix Torres, o que mantém o Corinthians impedido de inscrever novos jogadores desde agosto do ano passado.
O SAFiel apresentou ao Corinthians uma propostas de aporte de R$ 600 milhões, com a intenção de quitar o estádio e encerrar o transfer ban. Em troca, o projeto condiciona a assinatura de um memorando de entendimentos que permitiria a prospecção de investidores.
A proposta foi enviada à diretoria do Corinthians nesta terça-feira (6) e foi publicado nas redes sociais do SAFiel. O acordo apresentado prevê que o valor seja um adiantamento, que, com a aprovação, se transforme em ações. Caso haja rejeição, o dinheiro deveria ser devolvido.
O memorando de entendimentos foi encaminhado ao clube em outubro do ano passado e ainda não obteve resposta. A notícia foi veiculada pelo ge.globo e confirmada pelo Lance!, que destacou o objetivo de abrir o caminho para novos aportes de investidores.
Dívidas e garantias também aparecem como pano de fundo. A dívida do Corinthians com a Caixa é estimada em cerca de R$ 670 milhões, segundo informações públicas. Um acordo anterior condicionou o pagamento a garantias sobre receitas esportivas, com 50% da premiação da Copa do Brasil retida para o pagamento da Neo Química Arena.
Outra pendência envolve o Santos Laguna, referente à contratação de Félix Torres, com dívida estimada em cerca de R$ 40 milhões. Em razão desse débito, o clube permanece impedido de inscrever novos jogadores desde agosto do ano passado.
A situação envolve ainda o histórico de governança recente do Corinthians, sob a gestão de Duilio Monteiro Alves, que tem utilizado instrumentos de contratos e receitas para equilibrar as finanças, enquanto busca manter o elenco competitivo e cumprir obrigações financeiras.
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