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Atlético-PI define meta para 2026: buscar o acesso

Após título histórico, Atlético-PI mira 2026 para chegar à Série A1, mantendo a base e buscando jogadoras experientes

Torcida e time do Atletico-PI comemoram títulos brasileiros da Série A3. (Foto: Lucas Batista)
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  • Atlético-PI define como meta para 2026 chegar à Série A1, mantendo a base campeã e incluindo contratações mais técnicas para equilíbrio entre juventude e experiência.
  • 2025 ficou marcado como temporada histórica, com o clube conquistando seu primeiro título nacional e elevando a visibilidade do futebol feminino no estado.
  • Renata Aparecida da Costa afirma que o elenco foi montado para um patamar da Série A2, mesmo sem ser favorito no início da A3, privilegiando aprendizado em cada jogo.
  • Reapresentação está marcada para 15 de janeiro, com exames iniciais; pré-temporada curta porque a Série A2 começa em março; o elenco deve ter cerca de 30 atletas.
  • Para 2026, o clube busca jogadoras mais experientes e técnicas para suprir lacunas em disputas de alto nível, mantendo a maior parte da base e promovendo continuidade.

Após a campanha histórica, o Atlético-PI definiu meta para 2026: chegar à Série A1. Treinadora Renata Aparecida da Costa analisa bastidores, estrutura e desafios do clube após a temporada marcante no feminino.

A montagem do elenco levou em conta manter o nível da Série A2, mesmo sem o time figurar entre os favoritos no início da A3. Segundo Renata, o objetivo parecia distante, mas o trabalho mostrou que é possível avançar com planejamento e dedicação.

A campanha da equipe foi construída em um torneio com formato novo e presença de clubes tradicionais. Atuando com crescimento jogo a jogo, o Atlético-PI superou adversários com maior investimento financeiro. Ceara e Curitiba não chegaram à final.

Renata destaca que, em 2025, o time cresceu a cada partida, usando cada jogo como aprendizado para momentos decisivos. A treinadora reforça que o grupo ganhou preparo para enfrentar fases mais difíceis.

Estrutura e projeção para 2026

Para a treinadora, a organização do clube foi decisiva. O Atlético oferece condições de trabalho que não são comuns na região, o que ajudou no desenvolvimento do grupo e na clareza de objetivos. Hoje, o projeto já se traduz em ações para jogadoras.

O título nacional representa peso simbólico e aponta para uma meta da diretoria: alcançar a Série A1 até a temporada da Copa do Mundo no Brasil. A conquista também marca o primeiro título nacional do futebol feminino no Piauí.

Para 2026, a base campeã será mantida, com renovação de mais da metade do elenco. A aposta é por jogadoras mais experientes e técnicas, para suprir lacunas em partidas de alto nível, como a Copa do Brasil.

A equação do clube envolve atrair atletas pela organização estrutural e pela visão de futuro, além da reputação de crescimento dentro da competição. O desempenho recente ajuda a mudar a percepção de jogadoras e staffs sobre o Atlético-PI.

Preparação para a temporada seguinte

A reapresentação acontece em 15 de janeiro, com exames e avaliações iniciais antes da volta aos treinos. A pré-temporada será curta, pois a Série A2 começa em março, e o elenco deve ter cerca de 30 atletas.

Mesmo com limitações geográficas e menos jogos na região, Renata acredita que o Atlético compensou a falta de rodagem pelo rendimento na própria competição. Ela mantém o objetivo de transformar o feito em continuidade.

No cenário regional, o clube luta para ser visto como referência. A treinadora aponta a necessidade de uma visão mais ampla de dirigentes e federações, mas ressalta que organização financeira pode gerar resultados esportivos e visibilidade nacional.

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