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Rivellino no Corinthians: trajetória de jogos, gols e estatísticas

Rivellino moldou o jogo do Corinthians entre 1965 e 1974, destaque técnico, gols expressivos e legado que persiste mesmo sem títulos estaduais

Rivellino em ação pelo Corinthians no Parque São Jorge, símbolo da técnica e da canhota histórica do Reizinho do Parque. (Rodrigo Coca/Ag. Corinthians)
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  • Rivellino, formado no Corinthians, estreou em 1965 e ficou no clube até 1974, quando foi negociado com o Fluminense após a final do Campeonato Paulista contra o Palmeiras.
  • Pelo Corinthians, atuou entre 1965 e 1974, disputando cerca de 474 a 475 jogos e marcando entre 141 e 144 gols; venceu cerca de 238–239 jogos, empatou aproximadamente 136 e teve aproveitamento próximo de 60%.
  • Foi peça-chave da equipe e da Seleção Brasileira, ajudando o país a conquistar a Copa do Mundo de 1970.
  • Entre os títulos pelo clube, consta o Torneio Rio–São Paulo (1966), a Copa Cidade de Turim (1966), o Torneio do Povo (1971) e o Torneio Laudo Natel (1973).
  • Conhecido como Reizinho do Parque, Rivellino era meia criativo com canhota potente, famoso pelos chutes de média e longa distância e pelo papel de cérebro do time, mesmo sem títulos estaduais pelo Corinthians.

Rivellino marcou época no Corinthians entre 1965 e 1974, numa fase de reconstrução do clube. O atacante, criado no Parque São Jorge, tornou-se o principal criador do time, destacando-se pela habilidade, gols de média distância e bolas paradas.

Mesmo sem títulos paulistas na era, sua presença consolidou a imagem de ídolo tradicional. Internacionalizou-se com a Seleção Brasileira e ajudou a levar o Brasil ao título da Copa do Mundo de 1970, fortalecendo o apelido de Reizinho do Parque.

A passagem corintiana repercute até hoje pela torcida, com registros que vão além de troféus, incluindo participação em torneios nacionais e internacionais que moldaram a identidade do clube naquele período.

Trajetória no Alvinegro

Rivellino estreou pelo Corinthians em 1965, marcando logo no amistoso de pré-temporada contra o Náutico. Entre 1965 e 1974, atuou de forma contínua e atuou como cérebro do meio campo, integrando a seleção brasileira com regularidade.

Em 1974, após a derrota para o Palmeiras na final do Paulista, transferiu-se para o Fluminense, encerrando uma era marcada por brilho individual e forte identificação com a torcida.

Jogos, gols e números pelo Corinthians

As estatísticas variam conforme critérios, mas apontam patamar sólido: cerca de 474 a 475 jogos e 141 a 144 gols. Índice de vitórias próximo de 60% dos pontos disputados, com atuação destacada em clássicos.

Desempenhou papel decisivo no ataque, tendo médias de gols compatíveis com a posição de meia de criação. Foi, ainda, um dos maiores artilheiros da história corintiana até hoje.

Recorte por competições

Total de jogos: 475 (467 como titular) e 144 gols. Nos clássicos, foram 22 gols em 95 partidas. Em finais, marcou 2 vezes em 5 decisões. Pelo Paulista, atuou em 215 jogos com 61 gols; pelo Brasileirão, 131 jogos e 40 gols.

Participou de torneios nacionais e internacionais amistosos, valorizados na época e relevantes para o currículo do jogador.

Títulos pelo Corinthians

Durante a chamada era da fila do Paulista, Rivellino conquistou o Torneio Rio–São Paulo (1966), a Copa Cidade de Turim (1966), o Torneio do Povo (1971 e o Torneio Laudo Natel (1973). Essas conquistas constam nos registros oficiais da época.

Estilo de jogo e legado histórico

Meia esquerda ou camisa 10, Rivellino era canhoto potente, destacando chutes de média e longa distância. No Corinthians, era o cérebro do time, cadenciando o jogo e decidindo em bolas paradas.

A torcida o eternizou como Reizinho do Parque, símbolo de liderança técnica e identidade com o clube. Sua passagem é lembrada como exemplo de impacto que transcende troféus.

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