- A CBF revelou a profissionalização da arbitragem da Série A, com remuneração fixa para um grupo de árbitros, que continuará recebendo pelas partidas e terá bonificação por desempenho.
- O presidente da Comissão de Arbitragem, Rodrigo Cintra, afirmou que esse é um marco e que a iniciativa representa um novo momento para a classe.
- Cintra destacou o papel da direção, especialmente do presidente Samir Xaud, que apoia o processo, e disse que o grupo deve crescer nos próximos anos.
- O programa tem como eixo a padronização de critérios, com avaliação contínua e repetição de procedimentos para reduzir decisões divergentes.
- Os árbitros já chegam com qualidade comprovada pelas federações, e a ideia é ampliar a experiência por meio de acompanhamento constante e avaliação jogo a jogo.
O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, afirmou que a profissionalização dos árbitros da Série A marca um novo momento no futebol brasileiro. O projeto prevê remuneração fixa para um grupo de árbitros, com adicionais por desempenho e pagamentos adicionais por partidas. A iniciativa é vista como o começo de uma mudança estrutural.
Cintra, que já atuou como árbitro, destacou o apoio da direção liderada pelo presidente Samir Xaud. Segundo ele, a expectativa é ampliar o grupo profissional nos próximos anos, assegurando mais consistência na atuação das equipes de arbitragem. A meta é elevar o nível técnico de forma gradual.
O dirigente enfatizou que o eixo central é a padronização de critérios. Isso inclui avaliação contínua e repetição de procedimentos para reduzir divergências em decisões. Arbitros formados pelas federações chegam com qualidade comprovada, conforme explicou Cintra, e receberão maior orientação prática ao longo da temporada.
Padronização de critérios
O foco está na uniformização de interpretações, com acompanhamento jogo a jogo. A comissão trabalha na consolidação de um conjunto de diretrizes que permita decisões mais alinhadas entre diferentes equipes de arbitragem. A intenção é aumentar a confiabilidade das partidas.
Cintra ressaltou que o processo é iniciado por meio de um grupo de trabalho existente dentro da Comissão de Arbitragem, com apoio da diretoria. A expectativa é que, com a experiência adquirida, o critério seja cada vez mais próximo entre todos os árbitros envolvidos.
O projeto de profissionalização é apresentado como um marco para o futebol brasileiro, segundo o dirigente. Ele destacou que o caminho é gradual, com avaliações contínuas e possível expansão do grupo nos próximos anos, conforme o desempenho observado nos acontecimentos da temporada.
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