- Rafinha foi apresentado como novo gerente esportivo do São Paulo nesta terça-feira, retornando ao clube após deixar o Tricolor no fim de 2024.
- Ele afirmou que atraso de salário não pode servir de muleta para os jogadores, destacando que foi campeão pelo clube mesmo diante disso.
- O dirigente chega para substituir Muricy Ramalho, ressaltando a importância da presença dele e dizendo ter muita vontade de contribuir.
- Sobre escândalos recentes, afirmou que Crespo tem respaldo da diretoria e que o time deve mirar o título, não apenas os 45 pontos.
- Em relação a boatos de saques e “bicho molhado”, disse ter acompanhado as notícias de fora do clube e mencionou ter recebido dinheiro em espécie em outros times, excetuando o Bayern.
Rafinha foi apresentado nesta terça-feira (27) como novo gerente esportivo do São Paulo. O ex-jogador retorna ao Tricolor após deixar o clube no fim de 2024, para encerrar a carreira no Coritiba. O cargo envolve direcionar a gestão técnica e a construção do elenco.
O anúncio ocorreu no contexto da missão de reaproximar o clube de seus títulos. Rafinha atuou previamente pelo Grêmio, Flamengo e Coritiba, acumulando experiência como jogador e, agora, como gestor.
Durante a entrevista, o dirigente ressaltou que atrasos salariais não podem servir de muleta para os jogadores. A declaração reforça a prioridade de regularidade financeira do clube.
Retorno ao comando técnico
Rafinha disse que volta a um “lugar de onde nunca saiu” e que a função exige preparo, mantendo o respeito pela figura de Muricy Ramalho, cuja contribuição é considerada insubstituível. Ele afirmou ter boa relação com jogadores e funcionários.
O novo gerente esportivo comentou ainda sobre polêmicas recentes envolvendo o São Paulo. Entre os temas, está a discussão sobre o foco no Brasileirão após derrotas em clássicos e as tratativas de premiações a atletas.
Sobre as informações de supostos saques e o que chamou de bicho molhado, Rafinha disse ter acompanhado as notícias apenas como torcedor. Ele relatou ter recebido dinheiro em espécie em alguns clubes, o que, segundo ele, faz parte do futebol.
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