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Botafogo avalia novas medidas diante de dívidas que pressionam a SAF

Dívidas de curto prazo de R$ 700 milhões pressionam a SAF do Botafogo, elevando risco de punição da FIFA e instabilidade na gestão de Textor

Botafogo tem John Textor como líder da SAF (Foto: Vítor Silva/Botafogo)
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  • A SAF do Botafogo tem cerca de R$ 1,5 bilhão de passivo, com R$ 700 milhões em dívidas de curto prazo, ligadas a contratações e dívidas em Recuperação Extrajudicial de 2023.
  • John Textor promete aportar cerca de R$ 270 milhões para melhorar o fluxo de caixa da SAF e tentar tirar o transfer ban aplicado pela FIFA relacionado à compra de Thiago Almada.
  • O clube encara incertezas internas, com dúvidas sobre a viabilidade de receber os 50 milhões de dólares prometidos e manter competitividade na janela de transferências.
  • Textor enfrenta batalhas societárias com a Eagle Football e o fundo Ares Management, que pode exigir o controle da gestão caso não haja pagamento, conforme noticiado pelo Globo.
  • No momento, a SAF deve direitos de imagem de dois meses aos jogadores e o depósito do FGTS; a diretoria busca regularizar a situação e aguarda o aporte prometido.

O Botafogo participou de um momento financeiro delicado na gestão da SAF, com dívidas de curto prazo elevadas e disputas legais. A implementação do projeto, liderado por John Textor, enfrenta entraves que podem afetar o planejamento do clube.

A SAF registra passivo de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 700 milhões de dívidas de curto prazo. O valor envolve contratações passadas e dívidas da Recuperação Extrajudicial solicitada em 2023. A diretoria busca alívio financeiro para manter operações.

Textor promete aporte de cerca de R$ 270 milhões para capital de giro e desbloquear o banco de transferência, após uma possível punição da FIFA pela dívida com o Atlanta United na compra de Thiago Almada. A medida depende de aprovações internas.

Dívidas e gestão financeira

O clube enfrenta incertezas sobre a entrada de US$ 50 milhões prometidos por Textor. A hipótese de manter ou não a punição da FIFA na janela de transferências preocupa a continuidade do elenco e a competitividade no curto prazo.

Batalhas entre sócios e credores também ganham destaque. Ares Management, credora após o investimento no Lyon, ameaça controle da Eagle Football em caso de inadimplência, o que pode impactar a gestão. Textor, por ora, permanece no cargo assegurado por liminar do TJ-RJ.

A SAF acumula atraso no pagamento de direitos de imagem de jogadores e no depósito do FGTS. A diretoria trabalha para regularizar a situação e aguarda o aporte prometido. Fontes próximas ao caso indicam que mudanças estruturais podem continuar em análise.

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