- Torcida do São Paulo exibiu uma faixa em frente ao Morumbi protestando contra o volante Alisson durante as negociações com o Corinthians.
- O acordo previa empréstimo do jogador para o Timão pelo restante da temporada, com o São Paulo recebendo R$ 1 milhão mais R$ 500 mil e uma possível obrigação adicional de R$ 1,5 milhão se disputasse 25 jogos.
- Alisson teria sinalizado que não desejava mais defender o São Paulo e estaria frequentando o CT do Corinthians antes de assinar contrato.
- O Corinthians recuou e não confirmou o pagamento da entrada de R$ 1 milhão, mantendo o impasse na negociação.
- Ainda havia uma opção de contrato ao fim do empréstimo avaliada em 2,5 milhões de euros (aprox. R$ 15,5 milhões) e a necessidade de R$ 2 milhões para escalar o jogador contra o São Paulo.
A torcida do São Paulo protestou contra o jogador Alisson com uma faixa em frente ao Morumbi, durante negociações envolvendo o atleta com o Corinthians. A faixa o chamou de traidor e afirmou que o clube não precisaria do jogador. O protesto ocorreu em meio a tratativas que já envolviam o Tricolor e o Timão.
Segundo apuração, Alisson sinalizou que não desejava mais defender o São Paulo e já frequentava o CT do rival antes de assinar contrato, o que intensificou a polêmica entre as partes. O tema é visto como impasse na negociação que envolve empréstimo do volante.
O acordo entre as partes previa, além do empréstimo, um pagamento de R$ 1 milhão pelo São Paulo, considerado cláusula anti-calote, mais R$ 500 mil adicionais. O Corinthians recuou e desistiu de pagar a entrada estipulada.
Entenda a polêmica
A negociação foi conduzida por Marcelo Paz e Rui Costa. Internamente, há quem defenda que o Timão deva arcar apenas com os salários do jogador, sem o pagamento de entrada. A proposta também previa uma multa ou ajuste financeiro caso Alisson disputasse 25 jogos pelo Timão, com custo adicional estimado em R$ 1,5 milhão.
O acerto também previa que o Corinthians desembolsasse R$ 2 milhões para escalar o volante em jogos contra o São Paulo, além de uma opção de contrato ao fim do empréstimo, avaliada em 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 15,5 milhões). O desfecho ainda depende de novas tratativas entre as diretorias.
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