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Expulsão de Carrascal na Supercopa envolve regra que permitiu cartão

Expulsão de Carrascal na volta do intervalo foi válida; o árbitro confirmou a agressão após revisão do VAR, e o Flamengo jogará com dez na segunda etapa

Elenco do Flamengo em final da Supercopa do Brasil (Foto: DELMIRO DOS SANTOS JUNIOR/Mochila Press/Gazeta Press)
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  • Aos volta do intervalo da final da Supercopa do Brasil de 2026, o meia Jorge Carrascal foi expulso após revisão no monitor pelo árbitro Rafael Klein.
  • O lance ocorreu no fim do primeiro tempo, quando Carrascal acertou cotovelada em Breno Bidon, levando o jogo ao vestiário.
  • A expulsão foi confirmada após o VAR revisar as imagens e validar a agressão, antes do reinício da partida.
  • Segundo regras da IFAB, a autoridade do árbitro se estende ao intervalo e a revisão de cartão vermelho direto pode ocorrer antes do reinício.
  • Flamengo volta para o segundo tempo com um jogador a menos, pois expulsão no intervalo impede substituição para manter o número em campo.

O lance ocorreu na final da Supercopa do Brasil de 2026, entre Flamengo e Corinthians, em Brasília, neste domingo, 1º de fevereiro. Durante o retorno para o segundo tempo, o meia Jorge Carrascal recebeu cartão vermelho direto após revisão do VAR. A agressão aconteceu fora da disputa de bola, no final do primeiro tempo.

O árbitro Rafael Klein foi chamado ao monitor pelo VAR e confirmou a expulsão já na entrada do intervalo. A decisão ocorreu antes do reinício da partida, autoriza o reinício com o cartão aplicado.

Segundo as regras, a expulsão é válida mesmo em intervalo. O árbitro mantém autoridade desde a inspeção pré-jogo até a conclusão do confronto, com o VAR podendo indicar revisão para lances de cartão vermelho direto durante o intervalo.

O Flamengo volta para a segunda etapa com um jogador a menos. Em situações de expulsão por revisão no intervalo, não há possibilidade de substituição, mantendo o número de atletas reduzido ao longo do segundo tempo.

Regra e impacto

A normativa da IFAB autoriza o árbitro a aplicar punições mesmo entre períodos. A revisão pelo VAR é legal antes do reinício, desde que o jogo ainda não tenha recomeçado.

Consequência prática

Com a expulsão ocorrendo no intervalo, o Flamengo inicia o segundo tempo com 10 jogadores. A equipe não pode efetuar substituição para suprir a ausência. O desfecho da final depende da performance com um atleta a menos.

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