- O Brasileirão ficou em terceiro lugar no mundo em gastos com reforços em janeiro, totalizando 201,5 milhões de euros.
- Duas transferências marcaram o mês no Brasil: Gerson, pelo Cruzeiro, por 27 milhões de euros, e Lucas Paquetá, pelo Flamengo, por 42 milhões de euros.
- O ranking mundial aponta o Brasileirão atrás apenas da Premier League (453 milhões de euros) e do Campeonato Italiano (243,49 milhões de euros).
- O Brasileirão gastou 16 milhões de euros a mais do que recebeu com vendas de jogadores.
- No Top 5 das ligas que mais gastaram, aparecem ainda MLS e Liga Saudita, com o Brasileirão ocupando a terceira posição.
O Brasileirão foi a terceira liga do mundo que mais gastou com reforços em janeiro de 2026. O montante total alcançou 201,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,24 bilhão), conforme levantamento recente.
A posição no ranking foi puxada por duas transferências recordes no Brasil: Gerson, que deixou o Zenit para o Cruzeiro por 27 milhões de euros, e Lucas Paquetá, adquirido pelo Flamengo por 42 milhões de euros. Esses valores contribuíram para o desempenho do campeonato no mês.
O levantamento compara o gasto brasileiro com ligas de todo o mundo, mostrando que o Brasileirão ficou atrás apenas da Premier League (453 milhões de euros) e da Serie A italiana (243,49 milhões de euros). A soma do Brasileirão representa quase metade dos gastos da segunda e da primeira ligas juntas.
Dados adicionais sobre o mês
O Brasileirão gastou mais do que recebeu com vendas de jogadores no período, registrando um déficit de 16 milhões de euros. Entre as ligas, a MLS e a Saudi Pro League aparecem logo atrás, entrando no top 5.
Conteúdo da lista de gastos em janeiro de 2026
1. Premier League – 453 milhões de euros
2. Campeonato Italiano – 243,49 milhões de euros
3. Brasileirão – 201,5 milhões de euros
4. MLS – 149,7 milhões de euros
5. Liga Saudita – 123 milhões de euros
6. Ligue 1 – 105 milhões de euros
7. Bundesliga – 97 milhões de euros
8. La Liga – 76 milhões de euros
9. Süper Lig – 71 milhões de euros
10. Liga Portugal – 59 milhões de euros
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