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UDA, clube formador de Geyse, volta à Série A2 do Brasileirão Feminino

UDA volta à Série A2 com elenco jovem, reforçando a aposta na base e a representação de Alagoas, diante do dependente de apoio público

UDA conquistou o 12º título alagoano de futebol feminino em 2025. (Foto: ASCOM UDA)
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  • A UDA retorna à Série A2 do Brasileirão Feminino após desistências de outras equipes, mantendo o foco na base como caminho de sobrevivência e desenvolvimento.
  • O clube de Maceió, fundado em 2010, é o principal formador de Alagoas no futebol feminino e já revelou jogadoras que atuaram na elite, como Geyse Ferreira; Laí foi para o Grêmio.
  • O projeto envolve categorias sub-15, sub-17, sub-20 e profissional, com atuação constante em torneios nacionais de base e metas de ampliar a formação.
  • A sustentação financeira é ainda precária: não há contratos profissionais para as jogadoras, dependência do patrocínio do governo de Alagoas e de apoio da Confederação Brasileira de Futebol, com o privado ainda pouco representado.
  • O time estreará na Série A2 no Estádio Rei Pelé, com elenco jovem (média de cerca de 24 anos) e objetivo inicial de permanência, mirando, no longo prazo, competir de igual para igual com clubes tradicionais.

Em meio a dificuldades estruturais, a UDA busca se firmar no futebol feminino nacional. O clube de Maceió, fundado em 2010, atua na formação de novas jogadoras e já revelou nomes que chegaram à Seleção e a grandes centros do futebol.

A equipe retorna à Série A2 do Brasileirão Feminino após desistências de rivais, incluindo o Avaí/Kindermann. O objetivo agora é manter-se na divisão e seguir evoluindo mesmo diante de cenários desafiadores.

A UDA é referência no estado e mantém projeto que envolve categorias sub-15, sub-17, sub-20 e profissional. O clube tem presença constante em torneios nacionais de base e atua como principal representante feminino de Alagoas.

Desafios da base e formação de atletas

Quando chegou ao elenco principal em 2024, o objetivo esteve ligado à continuidade do projeto formador. Além de Geyse, outras jogadoras formadas no clube migraram para grandes centros, como Laí, hoje no Grêmio.

A ideia é desenvolver jogadoras na região para reduzir lacunas de logística e chances de destaque fora do estado. A diretoria explica que a indicação de atletas para clubes maiores faz parte da estratégia de formação.

Estrutura profissional e contratos

Apesar do alcance nacional, nenhuma atleta possui contrato profissional. O clube trabalha com vínculos não profissionais a partir dos 14 anos, devido à sustentabilidade financeira.

A regra da Confederação Brasileira de Futebol impõe contratos profissionais para o Brasileirão A1 em 2026, cenário que pressiona o UDA e o modelo de financiamento, majoritariamente público.

Competição e cenário atual

O retorno à Série A2 ocorreu após desistências de outras equipes. O objetivo imediato é manter-se na competição, com elenco jovem e mistura de jovens e atletas experientes.

Os jogos da A2 serão realizados no Estádio Rei Pelé, em Maceió, com treinos itinerantes entre a Universidade Federal de Alagoas e arenas municipais. A logística é desafiadora pela distância com o restante do país.

Olhar para o futuro e representatividade

O clube projeta consolidar as categorias de base nos próximos cinco anos e disputar de igual para igual com equipes tradicionais. A meta é ampliar a visibilidade do futebol feminino em Alagoas e elevar o nível técnico local.

Enquanto mantém o domínio estadual com cinco títulos consecutivos, o UDA busca aumentar a competitividade regional e nacional, fortalecendo a base para o longo prazo.

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