- A CBF, em parceria com a Genius Sports, concluiu os primeiros testes do impedimento semiautomático (SAOT) no Brasileirão, usados na partida entre Fluminense e Botafogo pela terceira rodada.
- Durante a fase de testes, as imagens geradas não ficaram à disposição do trio de arbitragem.
- Netto Góes, presidente do Grupo de Trabalho da Arbitragem da CBF, afirmou que a tecnologia ajuda a otimizar a decisão em campo e a tornar o jogo mais transparente para torcedores e dirigentes.
- O custo fica por conta da CBF, conforme contrato com a Genius, e a implementação segue em andamento em outros estádios, com o Maracanã mantendo a tecnologia.
- O SAOT funciona com imagens do campo transformadas em avatares que ajudam a confirmar ou refutar decisões de impedimento, especialmente em lances difíceis.
O primeiro teste do impedimento semiautomático (SAOT) foi concluído pela CBF em parceria com a Genius Sports. A fase ocorreu durante a disputa entre Fluminense e Botafogo, pela 3ª rodada do Brasileirão, e confirmou decisões tomadas em campo. A tecnologia ainda não disponibilizou as imagens ao trio de arbitragem.
Segundo Netto Góes, presidente do Grupo de Trabalho da Arbitragem da CBF, o SAOT tem como objetivo otimizar a decisão do árbitro em campo. “Vai tornar o jogo mais transparente, expondo decisões com clareza por meio de imagens”, afirmou. O custo do projeto é arcado pela CBF, conforme contrato com a Genius.
Enquanto a implementação ocorre em outros estádios, o Maracanã permanece com a tecnologia disponível para seus jogos. O uso do SAOT envolve imagens que serão transformadas em avatares com as camisas dos times para identificar a posição dos jogadores de forma rápida.
Como funciona o impedimento semiautomático? Imagens do campo são processadas para gerar representações em avatares que ajudam a confirmar ou refutar decisões de impedimento. O recurso atua principalmente em lances considerados difíceis, contribuindo para a decisão final em campo.
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