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Arbitragem deficiente e falhas defensivas levam à eliminação do São Paulo

Defesas inseguras e meio-campo lento, além de pênalti não marcado no início da etapa final, marcam a eliminação do São Paulo no clássico

Maurício abriu o placar em Palmeiras x São Paulo (Foto: JHONY INACIO/AGENCIA ENQUADRAR)
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  • São Paulo foi eliminado do duelo contra o Palmeiras, ao perder por dois a um.
  • Crespo manteve a linha de quatro defensores e mudou o meio-campo, com Luan no lugar de Danielzinho por questões físicas.
  • A alteração deixou o meio-campo mais lento, reduzindo a conexão entre defesa e ataque.
  • Os gols saíram de falhas defensivas: Maurício abriu o placar e Flaco López anotou; segundo dados, foram dois gols sofridos, quatro grandes chances criadas pelo rival, onze finalizações, com seis no alvo dentro da área.
  • A arbitragem teve polêmica, com pênalti não marcado aos cinco minutos do segundo tempo, sem uso do VAR; o tema foi comentado por Crespo. A equipe volta a campo contra a Chapecoense no dia doze de março, no Canindé.

O São Paulo foi eliminado do confronto com o Palmeiras ao perder por 2 a 1 na Arena Barueri. A derrota encerrou a participação do Tricolor na competição, em jogo disputado neste domingo. A equipe enfrentou dificuldades defensivas e falhas que comprometeram o desempenho ofensivo.

A escalação gerou questionamentos: o técnico Hernán Crespo manteve a linha de quatro defensores e escolheu Luan no meio, em vez de Danielzinho, por questões físicas. Crespo afirmou que a mudança visava adaptar-se ao rival; a opção foi tomada para manter o condicionamento físico da equipe.

Falhas defensivas e pouca efetividade

Tanto Maurício quanto Flaco López anotaram os gols do Palmeiras, explorando lacunas na marcação do São Paulo. O primeiro gol surgiu logo no início, com espaço para finalização após a defesa não acompanhar. No segundo, ocorreu falha em bola parada.

Segundo dados do Sofascore, o São Paulo sofreu dois gols e cedeu quatro grandes chances, além de 11 finalizações adversárias, com quatro acertando o alvo. Dentro da área, foram seis finalizações contra o Tricolor, que também autorizou dez toque adversários.

O time somou 15 faltas, 20 desarmes e teve 54% de eficiência nos duelos. Crespo analisou que, em partidas desse nível, detalhes costumam fazer a diferença e admitiu que o time não soube manter a invencibilidade.

Arbitragem polêmica

Logo aos cinco minutos do segundo tempo, o São Paulo pediu pênalti após toque no braço de Gustavo Gómez dentro da área. A árbitra não contou com o auxílio do VAR e manteve o jogo seguir, o que gerou revolta no banco e no elenco tricolor. Crespo e Rui Costa repercutiram a decisão.

Virada de chave

Após a eliminação, o São Paulo muda o foco para o Brasileirão. A equipe aparece na vice-liderança e aguarda o duelo contra a Chapecoense, marcado para 12 de março, no Canindé. O time busca recuperar ritmo e manter a sequência de jogos sem derrota.

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