- O empate entre Cruzeiro e Vasco terminou em 3 a 3 no Mineirão, pela sexta rodada do Brasileirão.
- Pedrinho, presidente do Vasco, foi reclamar da arbitragem na área interna e precisou de contenção policial.
- Policiais usaram gás de pimenta para apartar a confusão, o que dificultou o trabalho da imprensa e dos jogadores.
- A imprensa e jogadores tiveram dificuldade para chegar aos vestiários, com muitos cobrindo o rosto para se proteger do gás.
- No jogo, o Cruzeiro abriu com Christian, o Vasco virou com Cauan Barros (que recebeu expulsão), e o Cruzeiro buscou o empate com Néiser Villarreal, Chico da Costa e Japa.
O duelo entre Cruzeiro e Vasco, pela sexta rodada do Brasileirão, terminou em confusão no Mineirão, em Belo Horizonte. Pedrinho, presidente do Vasco, foi ao piso da área interna reclamar da arbitragem após o empate por 3 a 3. A intervenção policial foi necessária para conter a situação.
Inicialmente contido, o dirigente vascaíno seguiu em direção aos árbitros, liderados por Lucas Paulo Torezin, que se dirigiam ao vestiário. A tensão aumentou quando agentes usaram gás de pimenta para separar os envolvidos.
O confronto afetou jogadores e imprensa. O gás se espalhou pelo setor, dificultando a cobertura do empate. Atletas, como Matheus Pereira, passaram a cobrir o rosto para evitar inalação, segundo registro da Itatiaia.
Cruzeiro 3 x Vasco 3 marcou a partida como ritmo intenso no Mineirão. Christian abriu o placar para a Raposa. Cauan Barros, em dois gols, virou para o Vasco, mas foi expulso por pisão em Matheus Pereira aos 10 minutos da etapa final.
A reação cruzeirista veio com Néiser Villarreal, que desviou cabeçada de Chico da Costa. O Vasco deixou o campo na frente após Brenner marcar, mas Japa igualou nos acréscimos, fechando o 3 a 3.
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