- A posição de Renato Gaúcho sobre a arbitragem do jogo entre Cruzeiro e Vasco divergiu da do presidente Admar Lopes, com críticas à atuação de Lucas Torezin.
- O dirigente do Vasco citou um suposto lance para expulsão em falta no atleta Tchê Tchê e afirmou que Torezin não consultou o VAR em momento relevante.
- Também houve reclamações sobre pênaltis considerados claros em Robert Renan e Andrés Gómez, além de alegadas faltas bobas favorecendo a arbitragem “caseira”.
- O dirigente afirmou que houve onze minutos de acréscimos sem motivo e pediu o fim da era dos árbitros caseiros, que classificou como inaceitável.
- O técnico do Vasco disse não ver erros graves na atuação do árbitro, reconhecendo apenas exagero nos minutos acrescidos e mantendo a avaliação de que a partida ocorreu sem prejuízo à equipe.
O Vasco criticou a atuação do árbitro Lucas Torezin na partida contra o Cruzeiro, disputada no Mineirão, em que houve empate. A equipe vascaína contesta decisões do juiz e aponta favoritismo de forma recorrente, citando situações que, segundo o clube, favoreciam o time da casa. A reclamação veio do staff do técnico Renato Gaúcho.
A direção do Vasco afirmou que houve impacto direto da arbitragem no andamento do jogo, como falta que poderia ter resultado em expulsão não conferida pelo VAR e pênis pedidos, além de alegar excesso de tempo de acréscimo sem motivo claro. A denúncia ressalta ainda a percepção de tratamento diferente em lances similares ao longo do confronto.
Para o treinador, a avaliação do desempenho do árbitro foi positiva apenas em relação a alguns momentos, mas o excesso de minutos adicionados foi o ponto destacado como abuso de duração da partida. A declaração reforça a visão de que falhas na condução do jogo prejudicaram o Vasco e alimentaram críticas à prática de arbitragem em jogos fora de casa.
Entre na conversa da comunidade