- O jornal As, da Espanha, repercutiu a demissão de Tite do Cruzeiro após o empate em três a três com o Vasco no Mineirão, pela sexta rodada do Brasileirão.
- O resultado deixou o Cruzeiro com três pontos e na penúltima posição da tabela.
- Tite durou quatro meses no comando; ganhou fôlego com o título do Campeonato Mineiro, em oito de março, mas não resistiu à fase ruim no Brasileirão.
- A torcida pressionou pela saída, que veio após três empates e três derrotas, sem vitórias até o momento.
- A publicação também mencionou o aumento de investimentos no futebol brasileiro e o objetivo do Cruzeiro de se tornar força dominante na América do Sul, desde a gestão de Pedro Lourenço.
O Cruzeiro demitiu o técnico Tite após o empate em 3 a 3 com o Vasco, pelo Brasileirão. A decisão ocorreu no início da semana, após o jogo disputado no Mineirão no domingo passado, em que o time celeste chegou a três pontos na tabela.
A diretoria do clube mineiro justificou a mudança pela fase ruim iniciada no campeonato, com três empates e três derrotas, sem vencer sequer uma partida até o momento. Enquanto a diretoria busca reverter o jejum, o clube se vê pressionado pela torcida.
Repercussões internacionais
A demissão ganhou repercussão externa, com o jornal As, da Espanha, chamando o Brasil de “moedor de carne” ao comentar o afastamento de Tite. A publicação também relembrou demissões recentes de Filipe Luís, no Flamengo, e Hernán Crespo, no São Paulo, ao abordar o tema.
Contexto e desdobramentos no Cruzeiro
O texto destaca que Tite chegou ao Cruzeiro após trabalhos premiados na seleção e no Flamengo, mas permaneceu apenas quatro meses à frente do clube de Belo Horizonte. A demissão coincide com a aposta de Pedro Lourenço para reorganizar o elenco.
A publicação espanhola aponta que o crescimento do futebol brasileiro elevou as expectativas, com maior investimento em transferências e salários. O Cruzeiro, segundo o material, busca se firmar como força dominante na América do Sul sob nova gestão.
Entre na conversa da comunidade