- o santos anunciou a demissão do técnico Juan Pablo Vojvoda, divulgada pelo gerente de comunicação Wagner Vilaron.
- a saída ocorreu enquanto o diretor executivo Alexandre Mattos está suspenso pelo TJD e o presidente Marcelo Teixeira viaja ao Paraguai para o sorteio da fase de grupos da Copa Sul-Americana.
- Vojvoda foi contratado em agosto do ano passado e tinha contrato até o fim deste ano, quando se encerra a gestão de Marcelo Teixeira.
- o argentino já vinha sendo questionado desde o confronto contra o Mirassol, ganhou uma sobrevida após o empate em 2 a 2 com o interior de São Paulo, e depois houve 1 a 1 com o Corinthians.
- no final da partida contra o Colorado, a torcida protestou contra o treinador, o elenco e criticou Teixeira e Mattos.
O Santos Football Club anunciou a demissão do técnico Juan Pablo Vojvoda. A decisão foi comunicada pelo gerente de comunicação, Wagner Vilaron, com a justificativa de que o diretor executivo Alexandre Mattos está suspenso pelo TJD e o presidente Marcelo Teixeira viaja ao Paraguai, onde ocorre o sorteio da fase de grupos da Copa Sul-Americana.
Vojvoda já vinha pressionado desde o duelo contra Mirassol, ganhando sobrevida após o empate de 2 a 2 com o time do interior. Em seguida, houve novo 1 a 1, desta vez com o Corinthians, intensificando as críticas ao trabalho apresentado pelo treinador e pela comissão técnica.
No fim da partida contra o Colorado, realizada neste domingo, a torcida protestou amplamente contra o elenco e dirigiu ataques a Teixeira e Mattos. O argentino assumiu o comando do Santos em agosto do ano passado, substituindo Cléber Xavier, demitido após a goleada de 6 a 0 para o Vasco no Morumbi.
Contexto recente
Vojvoda chegou ao clube com contrato até o fim desta temporada, buscando um perfil experiente e capaz de alinhar o time a Neymar e ao restante do elenco. Funcionários do CT Rei Pelé avaliavam o trabalho da comissão técnica como positivo no dia a dia.
A demissão ocorre em meio a uma situação administrativa momentânea, com Mattos suspenso e Teixeira ausente por viagem. A normalização da gestão do Santos fica dependente de decisões futuras da diretoria, ainda sem data para retorno dos seus principais executivos.
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