- Roger Silva foi demitido do Sport no dia 23 de março de 2026, após três jogos sem vencer na temporada.
- A decisão já era discutida há cerca de vinte dias, com a gestão buscando reconstrução para 2026.
- O rompimento ganhou força após um episódio no intervalo do jogo contra a Fênix, quando o técnico cobrou o elenco de forma contundente.
- Houve atrito interno antes da final do Pernambucano contra o Náutico e, posteriormente, ruído após a eliminação na Copa do Brasil para o Athletic-MG.
- A diretoria sinalizou que a passagem de Roger teve fim por questões emocionais e de ajuste ao tamanho do desafio no clube.
O Sport demitiu o técnico Roger Silva nesta segunda-feira, após três jogos sem vitória na temporada. A decisão encerra uma passagem marcada por tensões internas e rendimento oscilante no time da Ilha do Retiro.
Roger chegou ao clube com o projeto de ter a primeira grande chance como treinador de um time de massa. A demissão não foi decidida no calor da derrota, mas discutida há cerca de 20 dias, segundo apuração do ge.
Contexto e início da trajetória
No dia 21 de fevereiro, na semifinal do Pernambucano, a vitória sobre o Retrô por 3 a 2 mitiga, momentaneamente, o incômodo. O ponto de atenção não foi o placar, mas o comportamento do treinador no vestiário.
Durante o intervalo do jogo contra a Fênix, Roger utilizou tom contundente para cobrar o elenco, o que reacende a discussão sobre a ruptura – ainda que o time tenha levado o título estadual nos próximos jogos.
Desempenho, conflitos e desfecho
A turbulência interna ganhou intensidade após a final contra o Náutico, com debates sobre a continuidade do treinador. Em março, episódios de desentendimento com jogadores, como Clayson, contribuíram para o desgaste. Houve reunião para aparar arestas, porém sem efeito imediato.
Na Copa do Brasil, o Sport avançou após pênaltis contra a Desportiva Ferroviária, mas passou por nova crise após a derrota para o Athletic-MG, que abriu brecha para o questionamento sobre a permanência de Roger.
Após o empate e saída
A atuação morna contra o Cuiabá, em 0 a 0, acelerou a decisão de desligar Roger. A diretoria reuniu-se e abriu mão do treinador, encerrando um ciclo curto, com avaliação de que o projeto não estava emocionalmente preparado para o tamanho do clube.
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