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Justiça do RS rejeita garantia CT do Inter em ação de cobrança

Justiça do RS rejeita uso do Complexo Parque Gigante como garantia em cobrança por Palacios; Inter pretende recorrer

Inter treino CT Parque Gigante — Foto: Ricardo Duarte / Internacional
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  • A Justiça do Rio Grande do Sul rejeitou oferecer o Complexo Parque Gigante como garantia em ação de cobrança movida por empresário ligado à contratação do chileno Palacios em 2021.
  • O imóvel possui dívidas registradas anteriormente, o que o torna inadequado como garantia para o pagamento do valor discutido.
  • A dívida cobrada pelo empresário é de aproximadamente R$ 640 mil, acrescidos de juros, correção, custas, despesas processuais e honorários até a quitação.
  • O Inter pretende recorrer da decisão, afirmando que, mesmo com outras dívidas na matrícula, o terreno não seria suficiente para cobrir o débito e, portanto, poderia ser usado como garantia.
  • Esta foi a segunda alternativa apresentada pelo clube; antes, havia indicado uma máquina de iluminação do Beira-Rio, já rejeitada pela Justiça, em meio a bloqueio de R$ 240 mil das contas do clube.|

A Justiça do Rio Grande do Sul negou a oferta de um terreno do Internacional como garantia em uma ação de cobrança movida por um empresário envolvido na contratação do chileno Carlos Palacios, em 2021. A decisão foi anunciada na última semana, em Porto Alegre. O clube comunicou que não se manifestará.

O bem ofertado foi o Complexo Parque Gigante, que abriga o Centro de Treinamentos, localizado na zona sul da cidade. O terreno foi apresentado como garantia para suspender a cobrança de dívida decorrente da contratação de Palacios em 2021.

A dívida apresentada pelo empresário Pablo Leclerc Fluxa soma aproximadamente R$ 640 mil, mais juros, correção, custas, despesas processuais e honorários até a quitação. O Inter contesta os valores e planeja recorrer da decisão para contestá-los no processo.

Detalhes da decisão e próximos passos

Segundo a decisão, o imóvel tem dívidas anteriores registradas por outros credores, o que inviabiliza seu uso como garantia. O juiz entendeu que o terreno não assegura o pagamento do montante discutido.

O Inter pretende recorrer, argumentando que, mesmo com outras dívidas na matrícula, o valor do terreno não seria superado. Assim, o clube sustenta que o imóvel poderia continuar como garantia em eventual derrota no processo.

Histórico das garantias e contexto da contratação

Antes do terreno, o Inter já havia apresentado como alternativa uma máquina de iluminação do gramado do Beira-Rio, que valia cerca de R$ 1 milhão, mas foi rejeitada pela Justiça. O processo já resultou no bloqueio de R$ 240 mil das contas do clube, referente a uma parcela vencida da dívida.

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