- Brasil perdeu para a França por 2 a 1 em amistoso, e Neymar foi alvo de muitas perguntas dos jornalistas.
- Ancelotti decidiu não falar mais sobre Neymar se ele não estiver entre os convocados, adotando tática semelhante a Dunga e Felipão.
- Rodrigo Caetano informou o caminho ao técnico: foco apenas nos jogadores que forem convocados, para deixar o ambiente mais leve.
- A pressão sobre Neymar, com histórico de lesões, tem atrapalhado a seleção e deixado o grupo sem entrosamento.
- A possibilidade de Neymar ser convocado para a Copa do Mundo é pequena; decisão deve sair até 18 de maio.
O treinador Carlo Ancelotti decidiu não responder mais sobre Neymar, após a derrota do Brasil para a França por 2 a 1. O técnico italiano ouviu o pedido do coordenador Rodrigo Caetano para evitar falar de jogadores não convocados. O episódio ocorreu após pressão de jornalistas e torcedores na cobertura do amistoso, no Gillette Stadium.
A derrota evidenciou a dependência de Neymar e a falta de entrosamento do elenco. A equipe sofreu com a ausência de condições físicas do jogador do Santos, que vem enfrentando lesões graves e não atua por seu clube. A confiança do grupo também foi impactada pelo debate público sobre a presença do camisa 10.
Antes da decisão, Caetano destacou a necessidade de focar apenas nos atletas à disposição para as próximas fases. Ancelotti, segundo a estratégia adotada, passa a adotar o modelo utilizado por Dunga e Felipão, evitando comentar sobre não convocados.
A reunião com a Comissão Técnica consolidou o novo posicionamento. A partir de então, o treinador só falará sobre jogadores que estiverem convocados para as partidas, incluindo a preparação para o confronto contra a Croácia, marcado para a próxima terça-feira.
Na prática, a mudança visa reduzir a pressão externa sobre o grupo e preservar a confiança dos atletas. A sombra de Neymar, figura de destaque no passado, passa a ser tratada com menos ênfase durante a temporada.
A derrota contra a França deixou claro o desafio de manter o ritmo intenso por 90 minutos, especialmente em um contexto de Copa do Mundo. A comissão técnica aposta na recuperação do nível físico do elenco e na autonomia tática dos jogadores disponíveis.
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