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Lei do Ex na Série A eficácia e gols de bolas rasteiras de Carlos Miguel

Lei do Ex é aplicada em apenas 7,34% dos reencontros na Série A; no Palmeiras, Carlos Miguel sofre 73% dos gols por bolas rasteiras

Fato ou Fake do Futebol, a parceria entre Gato Mestre e Tropa ge tv — Foto: Editoria de arte
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  • Lei do Ex no Brasileirão: conceito considerado fake; em 790 confrontos entre jogadores e ex-clubes, a cada 58 ocorrências (7,34%), mostrando que o gatilho costuma ser psicológico ou de torcida.
  • Entre jogadores com mais reencontros, Jadson e Gabriel lideraram com 10 duelos cada um contra ex-clubes; porém, apenas Jadson marcou (contra o Palmeiras no ano passado).
  • Reinaldo, do Mirassol, teve atuação destacada na temporada passada, marcando cinco gols em seis jogos contra ex-clubes, o que elevou o peso da lei.
  • Bolas rasteiras contra Carlos Miguel, do Palmeiras, indicam tendência: o goleiro sofreu 22 gols em 30 partidas, sendo 16 por baixo (73%).
  • Comparando ao Brasileirão, de 959 gols no total, 516 foram rasteiros (54%), e Carlos Miguel sofre 19% a mais de gols rasteiros do que a média da elite do futebol brasileiro.

O novo episódio do quadro Fato ou Fake, parceria entre Gato Mestre e o Tropa ge tv, analisa a aplicação da Lei do Ex no Brasileirão e avalia o desempenho de Carlos Miguel em chutes rasteiros. Em debate, se a superstição de torcedores é embasada por números.

Segundo a apuração, a Lei do Ex no Campeonato Brasileiro é considerada Fake. Dados mostram que, desde o ano passado, em 790 confrontos, a situação ocorreu apenas 58 vezes (7,34%). Em quase todos os duelos, não houve marcação relacionada ao ex-clube.

Ainda segundo a produção, Jadson e Gabriel foram os jogadores com mais reencontros entre 2025 e 2026, mas houve poucos gols nessas situações. O defensor Reinaldo do Mirassol teve participação ofensiva expressiva contra ex-clubes na temporada anterior.

Bolas rasteiras com Carlos Miguel no Palmeiras

A segunda linha do episódio trata de Carlos Miguel e a crítica dos torcedores do Palmeiras aos chutes rasteiros. Dados apontam que, desde sua chegada, o goleiro sofreu 22 gols em 30 jogos, sendo 16 por baixo, o que representa 73% dos golpes recebidos.

Análise dos gols do Brasileirão de 2025 mostra que, dos 959 gols na competição, 516 foram rasteiros. Assim, Carlos Miguel sofre 19% a mais de gols nesse tipo de situação do que a média da elite do futebol brasileiro.

O material completo do quadro traz ainda imagens de partidas em que o portão palmeirense foi vazado por chutes baixos, reforçando a leitura de maior vulnerabilidade nesse tipo de ataque.

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