- Gabriel Barbosa, o Gabigol, retornou ao Santos em 2026 após passagem pelo Cruzeiro; início de temporada positivo com 12 jogos, 7 gols e 2 assistências.
- Ele está a nove gols de chegar aos 100 pelo Santos; se marcar mais um, empata com Ricardo Oliveira como terceiro maior artilheiro do clube no século 21.
- Gabigol diz que o Santos é o time do coração e que o recomeço no clube era o plano, buscando continuidade e evolução da equipe.
- O atacante relembra a dupla com Neymar e espera que eles tenham mais minutos juntos para melhorar o entrosamento coletivo.
- Sobre a torcida adversária, afirma que responde com gols e considera normal a provocação; garante profissionalismo caso haja nova pressão no Maracanã.
Gabriel Barbosa vive um novo ciclo no Santos em 2026, após passagem discreta pelo Cruzeiro. Em 12 jogos, soma 7 gols e 2 assistências, números que superam a performance de 2024 pela mesma equipe. O retorno é visto como recomeço e tentativa de consolidar o que sempre desejou no clube.
O atacante reforça que vestir a camisa santista desperta um orgulho antigo. A ligação com o clube vem desde a infância, quando começou a jogar aos oito anos. Ele afirma que a decisão de voltar foi simples e motivada pelo carinho com o elenco e a torcida.
A aproximação com Neymar também aparece como parte do cenário. Os dois atuaram juntos apenas uma vez no Santos, na despedida do ídolo, em 2013, e o camisa 9 espera que o entrosamento em campo se fortaleça para elevar o desempenho coletivo.
Confronto com o Flamengo e legado no clube
No planejamento, Gabigol não esconde a expectativa de rever a torcida rubro-negra no Maracanã, em jogo a ser realizado. A oposição entre torcidas é citada como parte do futebol, sem evitar a pressão natural do clímax da partida.
Além do aspecto técnico, o atacante mira a marca pessoal dos 100 gols com a camisa do Santos. Faltam nove gols para alcançar esse marco, que o colocaria próximo de Ricard Oliveira como terceiro maior artilheiro do clube no século 21. Ele evita fixar prazos e prefere a evolução gradual.
Sobre a relação com a torcida, ele reconhece o carinho dos santistas e afirma manter o profissionalismo ao enfrentar o clube do coração em outros quadros. Em campo, a resposta tende a vir principalmente pelos gols e pelo desempenho da equipe.
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