- A Portuguesa ficou no empate em um a 1 com a Portuguesa-RJ na estreia da Série D, na Ilha do Governador.
- A semana foi marcada por crises extracampo: saída do técnico Fábio Matias para a Chapecoense e a contratação de João Diogo geraram divisões na torcida e na SAF.
- A equipe ainda teve desfalques: o meia Felipe Tontini sofreu fratura no pé e ficará fora por cerca de um mês; o atacante Toró está em recondicionamento.
- O primeiro tempo teve pressão da Portuguesa, que abriu o placar com Cadorini aos 31 minutos após o gol marcado pelo adversário nos primeiros segundos.
- A SAF precisa acalmar os ânimos, definir o treinador definitivo o quanto antes e concentrar as atenções na Série D para buscar o acesso, evitando distrações que comprometam o desempenho.
A Portuguesa estreou na Série D com um empate por 1 a 1 contra a Portuguesa-RJ, na Ilha do Governador, e teve a estreia marcada por turbulência extra-campo. O clube viveu em meio a mudanças na comissão técnica e a chegada de reforços contestados pela torcida e pela própria gestão. O empate ocorreu em um contexto de desorganização interna e ajustes no elenco.
A semana foi aberta com a saída do técnico Fábio Matias, que acertou com a Chapecoense para a Série A. A demissão ocorreu na véspera da estreia, gerando divisionismos entre direção, comissão técnica e torcida. Matias havia conduzido boa parte da reformulação do time para a Série D.
No mesmo período, a Portuguesa anunciou o reforço de João Diogo, apesar de críticas passadas sobre indisciplina. A chegada foi acompanhada por novos atletas, como Thiaguinho, Felipe Tontini, Guilherme Santos e Toró, elevando as expectativas e, ao mesmo tempo, a tensão interna sobre a liderança do elenco.
O duelo na Ilha começou com a Portuguesa-AndRJ abrindo o placar antes dos 60 segundos, em falha defensiva coletiva. Lohan, ex-jogador que defendia a equipe na última Série D, marcou o gol contra. O time da casa equilibrava as ações e buscava espaços, igualando aos 31 minutos com Cadorini.
No segundo tempo, a Portuguesa-RJ recuou mais, enquanto a Portuguesa tentava subir a linha de marcação e criar mais jogadas. Houve chances de ambos os lados, com oportunidades claras não convertidas e lances anulados por impedimento ou pela falta de VAR.
A partida expôs dificuldades do elenco em entrosar-se rapidamente, já que parte do time treinou junto apenas nos últimos dias. Entre lesões, como a fratura do meia Felipe Tontini, e o recondicionamento de Toró, o planejamento inicial ficou aquém do ideal para o começo da competição.
A diretoria da SAF afirmou tratar a Série D como prioridade e busca estabilizar o grupo com o novo comando técnico. A expectativa é de definição do treinador titular em breve, para trazer calma interna, foco no campeonato e recuperação do ritmo de jogo.
A derrota ou o empate da primeira rodada não encerra o objetivo de acesso à Série C. O clube segue com a missão de alinhar as peças, consolidar o estilo de jogo e manter a confiança necessária para a sequência do torneio.
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